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Dois policiais estão entre os 14 presos pelo assalto a banco ocorrido em Brasnorte

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As forças policiais prenderam 14 pessoas envolvidas no assalto à agência do Sicredi em Brasnorte, ocorrido na última quinta-feira (31.07). As prisões ocorreram por envolvimento direto no crime, na fuga e em atos preparatórios da ação criminosa.

Pelo menos oito prisões foram realizadas pelas equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacias da Regional de Tangará da Serra. Outras seis pessoas foram presas por ações da Polícia Militar.

Entre os presos estão ao menos quatro envolvidos diretamente na execução do roubo. Segundo o secretário de Estado de Segurança Pública, César Augusto de Camargo Roveri, as demais pessoas detidas foram identificadas como colaboradores e partícipes do crime.

As prisões ocorreram na manhã de sábado (02.08), com parte da quadrilha sendo localizada em uma residência no município de Vilhena (RO). Outros dois envolvidos, dois cabos da Polícia Militar, foram presos em Brasnorte. De acordo com as investigações, os policiais atrasaram a perseguição aos bandidos logo após o assalto. A participação de ambos no crime levou à decretação de suas prisões preventivas pela Justiça Militar.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A investigação revelou que os militares receberiam dinheiro para facilitar a fuga dos criminosos. A Corregedoria Geral da PM acompanha o caso e abrirá procedimento administrativo para adotar as medidas cabíveis.

A Polícia Militar reforçou que não tolera qualquer tipo de crime ou atividade ilícita por parte de seus integrantes, destacando sua política de “tolerância zero” em relação a atos ilegais, tanto dentro quanto fora da corporação.

O ataque

Um grupo de quatro criminosos invadiu uma agência bancária em Brasnorte no início da tarde de quinta-feira (31.07). Ao ser surpreendido pela Polícia Militar, o grupo fugiu levando reféns. As forças de segurança iniciaram a perseguição, mas os criminosos liberaram os dois reféns durante a fuga, a caminho de Juína, e se embrenharam em uma região de mata.

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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