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Deputado Chico Guarnieri conquista cadeira titular na principal comissão da ALMT

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O deputado estadual Chico Guarnieri passou a ocupar cadeira titular na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), considerada a mais importante da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A nova composição foi publicada no Diário Oficial da Casa nesta sexta-feira (27).

Principal comissão do Legislativo, a CCJR tem a responsabilidade de analisar todos os projetos que tramitam na Assembleia, verificando se as propostas atendem aos requisitos técnicos e se estão de acordo com a Constituição. Na prática, é o colegiado que pode autorizar o avanço ou barrar matérias antes que sigam para votação em plenário.

A chegada de Chico Guarnieri à condição de membro titular reforça seu espaço político dentro da Casa pouco mais de um ano após assumir o mandato. Ele tomou posse em 1º de janeiro de 2025, após ocupar a cadeira que era de Claudio Ferreira (PL), eleito prefeito de Rondonópolis nas últimas eleições municipais. Primeiro suplente do então Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Guarnieri consolidou rapidamente sua atuação no Parlamento.

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Além da CCJR, o deputado também preside a Comissão de Indústria, Comércio e Turismo e é membro titular das comissões de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, de Segurança Pública e Comunitária e de Infraestrutura Urbana e de Transporte, áreas estratégicas que dialogam diretamente com desenvolvimento econômico, logística e proteção ao cidadão.

A ascensão à principal comissão permanente da Assembleia ocorre em um curto espaço de tempo e evidencia o protagonismo conquistado pelo parlamentar na atual legislatura.

Chico Guarnieri tem 49 anos, é natural de Barra do Bugres e carrega um histórico político consolidado. Aos 20 anos, após ser eleito vereador, tornou-se o mais jovem presidente de Câmara Municipal do país à época. Também exerceu dois mandatos no Executivo Municipal antes de chegar ao Parlamento estadual.

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Pivetta aponta OS e consórcio como opções para gestão do Hospital Regional de Tangará

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Governador descarta gestão direta pelo Estado e cita Santa Marcelina, que administra hospital em Sapezal, como uma das organizações interessadas

Há duas alternativas em análise para a gestão do Hospital Regional de Tangará da Serra: uma organização social (OS) ou um consórcio intermunicipal de saúde. A informação foi dada pelo governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, durante entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (10), em Tangará da Serra.

Na mesma oportunidade, Pivetta descartou a possibilidade de gestão direta da unidade pelo Governo do Estado e citou a organização social Santa Marcelina, responsável pela administração de um hospital em Sapezal, como uma das interessadas. Segundo o governador, a entidade já teria manifestado interesse em assumir a gestão do Hospital Regional de Tangará.

Pivetta, porém, ressaltou que outras organizações sociais também estão em processo de qualificação e credenciamento e poderão disputar a administração da unidade.

“Nós não queremos fazer gestão direta”, afirmou.

De acordo com o governador, as duas alternativas estão sendo analisadas paralelamente, e a escolha deverá considerar o modelo mais adequado para atender às demandas de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

Pivetta descartou gestão direta da unidade pelo governo do Estado.

A gestão da unidade, no entanto, não significará autonomia sobre a definição dos pacientes atendidos. A regulação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sob responsabilidade do Estado, poderá determinar a internação de pacientes de qualquer município de Mato Grosso.

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Consórcio

A possibilidade de gestão por meio de um consórcio intermunicipal é avaliada a partir de um modelo que, conforme Pivetta, está sendo implantado no Hospital Regional de Sinop, mediante convênio com o Consórcio Regional de Saúde do Alto Teles Pires.

O governador afirmou ter uma expectativa positiva em relação ao modelo e indicou que a experiência de Sinop poderá servir de referência para a definição da gestão do hospital de Tangará da Serra.

Orçado em R$ 139 milhões, HR tem suas obras com 70% de execução.

Obras do Hospital Regional

Orçado em mais de R$ 139 milhões, o Hospital Regional de Tangará da Serra está com as obras em mais de 70% de execução. Segundo Pivetta, o cronograma está mantido, com previsão de conclusão e entrega da unidade ao longo de 2027, já equipada.

O hospital terá 151 leitos, dos quais 40 serão destinados a unidades de terapia intensiva (UTIs) adulta, pediátrica e neonatal. A estrutura será destinada ao atendimento de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

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