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Delicato Eventos chega aos 37 anos de atuação com mais um prêmio Destaque Empresarial

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Os eventos criam conexões, promovem o networking e engajam o público, fortalecendo marcas, criando oportunidades de negócios, apresentando tecnologias, promovendo conhecimento, capacitando. Esta é apenas uma parte dos benefícios que os eventos proporcionam.

Mas para que um evento tenha sucesso e alcance dos objetivos propostos, é essencial um planejamento preciso, impecável, organizado por profissionais especializados e com uso de tecnologia. Afinal, eventos demandam custos/investimentos e o planejamento é a base do êxito, em todos os detalhes.

Fundada há 37 anos, a Delicato Cerimonial e Eventos tem um histórico de eventos bem sucedidos, nas mais diversas áreas. E esse sucesso levou à conquista de mais um prêmio Destaque Empresarial, no último sábado, 17 de maio, no CTG Aliança da Serra.

A premiação é um reconhecimento e foi concedida pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS) neste ano de 2025, após pesquisa de mercado com base em 2024.

Administração e logística

Os eventos tem características diferenciadas e exigências quanto à gestão financeira, logística e ações administrativas como emissão de alvarás e pagamento de taxas. Na operacionalização do evento, há itens essenciais que correspondem a etapas, como a confecção de convites, decoração, ambiente, iluminação, sonorização, comunicação, recepção dos convidados,  cerimonial/protocolo, registros de imagens, alimentação, desfecho, e outros inúmeros detalhes.

O Agro é um dos segmentos atendidos pela Delicato em Mato Grosso e outros estados.

Todo esse conjunto de atividades relacionadas a um evento resulta em movimentação econômica, incluindo contratação de profissionais e serviços. Ou seja, os eventos geram emprego e renda.

Em todas as atuações, a Delicato se destaca nos quesitos profissionalismo, ética, seriedade, conhecimento e traquejo, sob comando das empresárias e sócias Cristina Delicato, Tainara Porcher e Samira Marasca.

Tradição

Dos 37 anos de atuação, 23 deles são dedicados a Tangará da Serra, onde a empresa mantém sua base administrativa. Ao longo desse histórico de quase quatro décadas, a Delicato Eventos ostenta uma carteira de 2.000 clientes, muitos deles conquistados através de recomendação da própria clientela.

O portfólio da Delicato inclui eventos sociais e corporativos, sustentáveis, com planejamento e captação de recursos para suas realizações.

O portfólio da Delicato inclui eventos sociais e corporativos, sustentáveis, com planejamento e captação de recursos para suas realizações. São dias de campo, conferências, seminários, workshops, ciclo de palestras, feiras, convenções, casamentos, formaturas, eventos on-line e híbridos, entre outros tantos.

Em Mato Grosso, a empresa tem em seu currículo atendimentos em Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Cáceres, Campo Verde, Canarana, Cuiabá, Gaúcha do Norte, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Querência, Rondonópolis, Sapezal, Sorriso e Sinop. Também consta em seu currículo atuações nos estados de Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará e Rondônia.

Contato

O contato da Delicato Cerimonial e Eventos pode ser feito pelos telefones (65) 99962-3366 e 99608-1306 e, também, pelo e-mail [email protected]. A Delicato também está presente no Instagram, na página @delicato_eventos, e no Facebook, página @delicatosim.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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