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Defesa Civil alerta população para queda de temperatura; Mínima pode descer aos 12°C

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A Defesa Civil de Mato Grosso orienta a população para os cuidados com a saúde diante da queda de temperatura registrada no Estado nesta semana. A friagem já se abateu no estado nesta segunda (30) e deverá se estender até sexta-feira (04.07), de acordo com as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Tangará da Serra, a segunda-feira teve predominância de garoa. Para esta semana, na Serra de Tapirapuã, são esperadas temperaturas mínimas entre 12°C e 15ºC, enquanto as máximas não superam os 19 graus celsius nesta terça e na quarta. Veja quadro a seguir:

A Defesa Civil alerta que a mudança na temperatura exige atenção redobrada, principalmente com crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

O frio intenso também pode agravar doenças respiratórias, cardiovasculares e alergias, comuns nesta época do ano. Por isso, é essencial que a população adote as medidas necessárias para preservar a saúde durante os próximos dias.

Entre as orientações da Defesa Civil estão:

  • Atenção a crianças e idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos do frio;
  • Utilizar roupas adequadas para manter o corpo aquecido;
  • Evitar exposição prolongada ao frio;
  • Fazer atividades físicas leves: movimentar-se ajuda a manter a temperatura corporal e melhorar a circulação sanguínea;
  • Isolar bem portas e janelas. Use panos ou vedadores para evitar a entrada do vento frio nas residências;
  • Atenção aos animais. Mantenha os pets protegidos das áreas externas;
Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Em caso de emergência, acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou o Ciosp pelo 190. 

(Redação EB, com informações de Secom-MT)

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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