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Defesa Civil alerta população para queda de temperatura; Mínima pode descer aos 12°C

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A Defesa Civil de Mato Grosso orienta a população para os cuidados com a saúde diante da queda de temperatura registrada no Estado nesta semana. A friagem já se abateu no estado nesta segunda (30) e deverá se estender até sexta-feira (04.07), de acordo com as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em Tangará da Serra, a segunda-feira teve predominância de garoa. Para esta semana, na Serra de Tapirapuã, são esperadas temperaturas mínimas entre 12°C e 15ºC, enquanto as máximas não superam os 19 graus celsius nesta terça e na quarta. Veja quadro a seguir:

A Defesa Civil alerta que a mudança na temperatura exige atenção redobrada, principalmente com crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

O frio intenso também pode agravar doenças respiratórias, cardiovasculares e alergias, comuns nesta época do ano. Por isso, é essencial que a população adote as medidas necessárias para preservar a saúde durante os próximos dias.

Entre as orientações da Defesa Civil estão:

  • Atenção a crianças e idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos do frio;
  • Utilizar roupas adequadas para manter o corpo aquecido;
  • Evitar exposição prolongada ao frio;
  • Fazer atividades físicas leves: movimentar-se ajuda a manter a temperatura corporal e melhorar a circulação sanguínea;
  • Isolar bem portas e janelas. Use panos ou vedadores para evitar a entrada do vento frio nas residências;
  • Atenção aos animais. Mantenha os pets protegidos das áreas externas;
Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

Em caso de emergência, acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou o Ciosp pelo 190. 

(Redação EB, com informações de Secom-MT)

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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