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Circuito Rural

COP 30, oportunidade para o agro e a polêmica da Moratória da Soja são destaques

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A proximidade da COP 30, que será realizada em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro, é o tema central da edição desta sexta-feira (26) da coluna Circuito Rural, do jornalista Olmir Cividini. A conferência da ONU sobre mudanças climáticas é apontada como uma oportunidade para o Brasil mostrar ao mundo como concilia produção e preservação.

Segundo Cividini, “diversos setores já se preparam para o encontro, e o agro não foge à regra”. Ele destaca a atuação da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil –, que leva ao evento propostas consolidadas.

Um dos pontos em evidência é a produção agropecuária na Amazônia, sob observação internacional. A CNA elenca como prioridades o direito de produzir de forma sustentável, a urgência da regularização fundiária e ambiental, linhas específicas de financiamento, além de investimentos em logística integrada e energia limpa para atrair capital sustentável.

Outro assunto abordado é a moratória da soja. A Frente Parlamentar da Agropecuária acusa o governo federal de utilizar a máquina pública para defender a medida, o que intensificou a polêmica.

Leia mais:  Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

A íntegra da coluna pode ser conferida no áudio a seguir:

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Circuito Rural

Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

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Coluna Circuito Rural destaca preocupação do agro com a segurança jurídica e os efeitos da volta da China ao mercado americano de soja.

A coluna Circuito Rural desta sexta-feira (18), do jornalista Olmir Cividini, começa com uma análise crítica do julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (16), classificado pelo comentarista como “patético”.

Segundo Cividini, entidades do setor manifestaram preocupação com o ambiente institucional e os possíveis reflexos de uma crise no Supremo sobre a segurança jurídica no país. Para o agro, regras claras e previsíveis são fundamentais para garantir investimentos, produção, emprego e renda.

A coluna lembra que decisões do STF sobre marco temporal, direito de propriedade, conflitos fundiários e legislação ambiental podem interferir diretamente na atividade rural e no patrimônio dos produtores. Na avaliação do jornalista, a instabilidade institucional deixa de ser apenas uma questão política ou jurídica e passa a representar também um risco econômico.

Na sequência, o comentário aborda a retomada das compras de soja dos Estados Unidos pela China, justamente no início do plantio da safra 2026/27 em Mato Grosso. Os chineses já teriam contratado quase 9 milhões de toneladas da próxima temporada americana, movimento que ajudou a elevar as cotações da oleaginosa em Chicago.

Leia mais:  Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

A valorização é positiva para a formação dos preços no Brasil, mas também aumenta a concorrência pelo maior mercado consumidor mundial. Até julho, 72% da soja importada pela China tinham origem brasileira.

O Rabobank alerta que a entrada da soja americana e a possibilidade de novas vendas dos Estados Unidos aos chineses podem limitar as exportações brasileiras no quarto trimestre. Por isso, o produtor mato-grossense inicia a safra com atenção redobrada a quatro fatores: chuva, produtividade, custos e comportamento da China.

Ouça o Circuito Rural na íntegra:

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