TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Política & Políticos

Confirmado por Jair Bolsonaro, Nelson Teich é o novo ministro da Saúde

Publicado em

Foi confirmada agora há pouco a demissão de Luiz Henrique Mandetta do cargo de Ministro da Saúde. Em seu lugar assume o oncologista Nelson Teich (foto acima).

A demissão de Mandetta foi comunicada pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro, que chamou o agora ex-ministro ao Palácio do Planalto para uma derradeira conversa.

Após entrar em rota de colisão com Bolsonaro, Mandetta acabou demitido do cargo.

Na última semana, a permanência de Mandetta já era dada como incerta. Mas a situação se agravou após o ministro dizer, durante entrevista, que havia a necessidade de uma “fala única” no governo. No final de semana, Mandetta concedeu entrevista à imprensa de dentro do Palácio das Esmeraldas, do governo de Goiás, que tem à frente Ronaldo Caiado, um dos mais recentes e ferrenhos desafetos de Bolsonaro. A atitude do ministro foi interpretada como uma afronta ao presidente, e foi a gota d’água para que a relação de ambos se tornasse insustentável.

Nelson Teich

Leia mais:  Escolha de Fábio Garcia amplia negociações; Podemos adia decisão sobre alianças

O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, formou-se em Medicina na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se especializou em oncologia no Instituto Nacional do Câncer (Inca). É doutor em Economia da Saúde pela Universidade de Iorque, no Reino Unido.

É sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos. Ex-deputado federal pelo DEM, também atuou como consultor informal na campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro em 2018, sendo cotado para assumir o Ministério da Saúde, que acabou ficando com Mandetta.

Comentários Facebook
Advertisement

Política & Políticos

Escolha de Fábio Garcia amplia negociações; Podemos adia decisão sobre alianças

Published

on

A definição do deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) como candidato a vice-governador na chapa de reeleição de Otaviano Pivetta (Republicanos) redesenhou o cenário político de Mato Grosso, mas ainda não encerrou as articulações em torno das alianças para as eleições de outubro. O principal foco das negociações permanece no Podemos, que concluiu sua convenção estadual nesta terça-feira sem definir qual caminho seguirá na disputa.

A escolha de Fábio Garcia consolidou a composição entre Republicanos e União Brasil e praticamente encerrou as especulações sobre a vaga de vice-governador. Ex-secretário-chefe da Casa Civil e um dos principais articuladores do grupo político liderado pelo ex-governador Mauro Mendes, Garcia agradeceu a indicação e afirmou que trabalhará pela continuidade do projeto administrativo do Estado.

Pivetta afirmou que Fábio Garcia reúne o perfil necessário para contribuir com a continuidade do atual projeto administrativo.

Nos bastidores, a definição reduziu o espaço inicialmente pretendido pelo Podemos nas composições majoritárias. O partido vinha dialogando tanto com o grupo de Pivetta quanto com o PL, avaliando alternativas para integrar uma das chapas, inclusive com a possibilidade de ocupar uma suplência na candidatura ao Senado.

Leia mais:  Escolha de Fábio Garcia amplia negociações; Podemos adia decisão sobre alianças

Apesar das negociações, a convenção da legenda terminou sem uma definição sobre apoio a qualquer candidatura. Segundo o presidente estadual do Podemos e presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, a decisão será tomada até esta quarta-feira (5), último dia do prazo legal para o registro das atas das convenções partidárias.

“Sou líder do processo, mas não dono da decisão”, afirmou Russi ao final da convenção.

Max Russi: “Essa é uma articulação muito difícil, pois eu não tenho o direito de errar. Se eu errar, muitos companheiros são prejudicados”.

O parlamentar explicou que o partido ainda avalia três possibilidades: integrar a coligação encabeçada por Otaviano Pivetta, apoiar a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ou permanecer sem alinhamento na disputa pelo Governo do Estado.

“Essa é uma articulação muito difícil, pois eu não tenho o direito de errar. Se eu errar, muitos companheiros são prejudicados”, justificou o presidente do Podemos ao comentar a cautela adotada pela legenda.

Enquanto o Podemos mantém as negociações abertas, o PL já consolidou sua composição majoritária. O senador Wellington Fagundes disputará o Governo do Estado, tendo como candidatos ao Senado a deputada estadual Janaina Riva (MDB) e o deputado federal José Medeiros (PL), além do empresário Marcelo Malouf (Novo) como candidato a vice-governador.

Leia mais:  Escolha de Fábio Garcia amplia negociações; Podemos adia decisão sobre alianças

Com o encerramento das convenções partidárias, a indefinição do Podemos tornou-se um dos últimos movimentos capazes de alterar o desenho das alianças em Mato Grosso. A decisão da legenda poderá fortalecer um dos dois principais blocos da centro-direita ou marcar uma posição de independência, influenciando diretamente a configuração da disputa eleitoral de outubro.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana