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CORREÇÃO: Com reajuste na BR-163, pedágios somam R$ 35,30 no trajeto entre Tangará da Serra e Cuiabá

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Os usuários que trafegam em veículos de passeio nas rodovias que ligam Tangará da Serra e Cuiabá já estão pagando R$ 35,30 (R$ 70,60 ida e volta) no trajeto. Esse é o novo valor das somas das quatro praças de pedágio (três da Via Brasil e uma da Nova Rota do Oeste) no trajeto.

O anúncio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de reajuste de R$ 5,50 para R$ 6,50 da tarifa na BR-163, em Jangada, vigora desde a 0h desta segunda-feira (08). A majoração de R$ 1,00 na tarifa corresponde a um reajuste de 18,2%, ante os R$ 5,50 cobrados até domingo.

Quanto ao trecho concessionado formado pelas MTs 358, 343 e 246, entre Tangará e o trevo de Jangada, os valores ainda não foram reajustados, conforme chegou a ser informado pela redação. As tarifas seguem no valor de R$ 9,60 nas três praças de pedágio da Concessionária Via Brasil, em Tangará da Serra, Barra do Bugres e em Jangada, proximidades do entroncamento com a BR-163. Segundo assessoria de comunicação da concessionária, os valores seguem inalterados desde o início da cobrança nas três praças de pedágio, em agosto do ano passado e não há previsão de reajuste (veja tabelas abaixo).

Tabela da Via Brasil, com as tarifas mantidas desde o início da cobrança do pedágio, em agosto desse ano.

Atualização da inflação

O reajuste anunciado pela ANTT nas tarifas da BR-163 no estado (trecho Itiquira-Sinop) é previsto em contrato e refere-se à atualização da inflação (IPCA) de 2018 a 2022, que não foi incorporada à cobrança à época do período apurado por conta da indefinição sobre o futuro do contrato.

O índice ainda é abaixo da inflação acumulada no período apurado que ficou em 31%, visto que na metodologia há os descontos por penalidades pela não execução das obras previstas em contrato. Na prática, as tarifas serão reajustadas em 16,6% e passam a ter valores entre R$ 4,40 e R$ 8,20, por eixo, de acordo com a área de abrangência de cada praça de pedágio, conforme definido no contrato de concessão.

Tabela atualizada do pedágio BR-163, em Mato Grosso.

A concessionária observa que os valores arrecadados nas praças de pedágio são revertidos em melhorias na rodovia e benefícios aos usuários da BR-163, de Itiquira a Sinop.  Entre os trabalhos realizados estão os serviços operacionais, que compreendem desde o recolhimento de objetos na pista à prestação de socorro e resgate de vítimas de acidentes, sempre com foco na garantia da segurança e preservação da vida.

Para assegurar a cobertura de todo o trecho sob concessão, a Rota do Oeste conta com 18 bases de Sistema de Atendimento ao Usuários (SAU), uma a cada 47 quilômetros, em média. As unidades dispõem de ambulância, guincho leve, guincho pesado e equipes de inspeção que monitoram toda a rodovia. Há ainda cinco caminhões pipas para atender a ocorrências que envolvem fogo ou risco de incêndio.

Obras retomadas

Praça de pedágio da BR-163 em Jangada: Reajuste de 18,2% na tarifa.

Na última sexta-feira (5), o governador Mauro Mendes assinou cinco ordens de serviço para recuperação imediata da rodovia federal entre Cuiabá e Sinop.

As ordens de serviço correspondem a cinco trechos da rodovia: o primeiro na Rodovia dos Imigrantes, em Cuiabá e Várzea Grande; o segundo entre Várzea Grande e Jangada; o terceiro entre Jangada e Rosário Oeste; o quarto entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde; e o último entre Lucas do Rio Verde e Sinop.

Durante a assinatura, o presidente do Conselho de Administração da Nova Rota do Oeste, o ex-senador Cidinho Santos, destacou que a concessionária terá outras missões nos próximos dias. Entre elas recuperar o trecho entre Jaciara e Rondonópolis. Outro ponto destacado por ele é que já está no mercado a licitação para fazer a duplicação entre o Posto Gil e Nova Mutum e que em breve outros trechos serão licitados.

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Neste domingo, Feira do Centro oferece um alimento energético que veio dos Andes

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Ela é um tubérculo robusto, uma raiz comestível de alto valor nutricional originária das Américas Central e do Sul. Domesticada há milhares de anos por povos originários e civilizações pré-colombianas, como incas e maias, a batata-doce tem, segundo pesquisas arqueológicas e genéticas, seu principal centro de origem na região andina, especialmente no atual Peru e Equador.

Versatilidade, sabor e valor energético estão entre suas principais características. A batata-doce pode ser consumida cozida, assada ou frita, além de servir de ingrediente para pães, panquecas, esfirras, empadas, bolos, tortas e doces. Em escala industrial, o tubérculo também pode ser utilizado para a produção de etanol, tendo como subproduto uma torta destinada à alimentação animal.

Na Feira do Produtor do Centro, em Tangará da Serra, o alimento é encontrado em abundância e com preços acessíveis. Neste domingo (19), a feira começa a atender a partir das 5h para receber consumidores de toda a região.

“A batata-doce está em plena safra, por isso os preços estão bastante atrativos. Neste domingo, atenderemos logo cedo, a partir das cinco da manhã”, destaca o presidente da Associação dos Feirantes, Valdeci Ferraz Aquino.

Saúde e energia

Cultivada muito antes da chegada dos europeus ao continente americano, a batata-doce ganhou espaço nas mesas brasileiras graças às suas propriedades nutricionais. O alimento é bastante procurado por pessoas que praticam atividades físicas e buscam uma fonte de energia de absorção gradual, além de contribuir para uma alimentação equilibrada.

Rica em carboidratos, fibras, vitaminas do complexo B, vitaminas A e C e minerais como potássio e magnésio, a batata-doce também contém antioxidantes, como o betacaroteno e as antocianinas, substâncias que ajudam a proteger as células contra os radicais livres e o envelhecimento precoce.

Com baixo teor de gordura, o tubérculo ainda auxilia no funcionamento do intestino e pode integrar uma dieta variada e nutritiva.

Confira, abaixo, uma receitas com batata-doce:

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