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Chico Guarnieri leva a Campo Novo debate sobre criação de consórcio intermunicipal de tecnologia

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Reunião da Frente Parlamentar de Tecnologia e Inovação discute formas de fortalecer a cooperação entre municípios e ampliar o acesso a ferramentas tecnológicas

O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) leva para Campo Novo do Parecis a reunião da Frente Parlamentar de Tecnologia e Inovação (FPTI). O encontro será na Câmara Municipal de Vereadores, nesta quinta-feira (30.10), a partir das 14 horas, e terá como pauta a criação de um consórcio intermunicipal de Tecnologia e Inovação.

Para o deputado, a iniciativa busca garantir que os municípios tenham condições de investir de forma competitiva e segura em inovação, ampliando o acesso a recursos e fortalecendo a cooperação regional.

“Em nosso estado, já contamos com experiências consolidadas de consórcios intermunicipais em diferentes áreas. Na Saúde, por exemplo, são 16 consórcios que reúnem 137 municípios. Os dados evidenciam que a cooperação regional é um instrumento eficaz para racionalizar recursos, ampliar resultados e viabilizar soluções que, de forma isolada, muitos municípios não conseguiriam alcançar”, destaca Chico Guarnieri, coordenador da Frente Parlamentar.

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Entre os exemplos de aplicação prática, o parlamentar citou o uso de tecnologia na segurança pública, como o botão do pânico da Lei Maria da Penha, já utilizado em cidades como Cuiabá, Cáceres, Rondonópolis e Várzea Grande, e que pode ser expandido a outras regiões por meio do consórcio. Outra proposta é a utilização de câmeras em caminhões de transporte de carga pesada, para monitoramento e prevenção de roubos.

Chico Guarnieri reforça que a inovação tecnológica é uma realidade mundial, e o objetivo do consórcio é assegurar que os pequenos municípios também tenham acesso a ferramentas modernas.

“Nosso propósito é que a tecnologia seja um instrumento de desenvolvimento e segurança para todos, e que Mato Grosso avance de forma integrada nesse processo”, conclui.

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Política & Políticos

Pivetta aponta OS e consórcio como opções para gestão do Hospital Regional de Tangará

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Governador descarta gestão direta pelo Estado e cita Santa Marcelina, que administra hospital em Sapezal, como uma das organizações interessadas

Há duas alternativas em análise para a gestão do Hospital Regional de Tangará da Serra: uma organização social (OS) ou um consórcio intermunicipal de saúde. A informação foi dada pelo governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, durante entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (10), em Tangará da Serra.

Na mesma oportunidade, Pivetta descartou a possibilidade de gestão direta da unidade pelo Governo do Estado e citou a organização social Santa Marcelina, responsável pela administração de um hospital em Sapezal, como uma das interessadas. Segundo o governador, a entidade já teria manifestado interesse em assumir a gestão do Hospital Regional de Tangará.

Pivetta, porém, ressaltou que outras organizações sociais também estão em processo de qualificação e credenciamento e poderão disputar a administração da unidade.

“Nós não queremos fazer gestão direta”, afirmou.

De acordo com o governador, as duas alternativas estão sendo analisadas paralelamente, e a escolha deverá considerar o modelo mais adequado para atender às demandas de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

Pivetta descartou gestão direta da unidade pelo governo do Estado.

A gestão da unidade, no entanto, não significará autonomia sobre a definição dos pacientes atendidos. A regulação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sob responsabilidade do Estado, poderá determinar a internação de pacientes de qualquer município de Mato Grosso.

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Consórcio

A possibilidade de gestão por meio de um consórcio intermunicipal é avaliada a partir de um modelo que, conforme Pivetta, está sendo implantado no Hospital Regional de Sinop, mediante convênio com o Consórcio Regional de Saúde do Alto Teles Pires.

O governador afirmou ter uma expectativa positiva em relação ao modelo e indicou que a experiência de Sinop poderá servir de referência para a definição da gestão do hospital de Tangará da Serra.

Orçado em R$ 139 milhões, HR tem suas obras com 70% de execução.

Obras do Hospital Regional

Orçado em mais de R$ 139 milhões, o Hospital Regional de Tangará da Serra está com as obras em mais de 70% de execução. Segundo Pivetta, o cronograma está mantido, com previsão de conclusão e entrega da unidade ao longo de 2027, já equipada.

O hospital terá 151 leitos, dos quais 40 serão destinados a unidades de terapia intensiva (UTIs) adulta, pediátrica e neonatal. A estrutura será destinada ao atendimento de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

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