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Chico Energia projeta mercado de energia solar mais forte e com maior demanda em 2025

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Mercado mais forte, custos menores e expansão nas vendas de sistemas fotovoltaicos. Esta é a previsão da Chico Energia, empresa especializada em energia solar em Tangará da Serra e referência no mercado local e regional.

A Chico Energia é uma das empresas que patrocinaram, em modalidade “Master”, a Campanha Natal Premiado CDL, que terá neste sábado, dia 18, o seu desfecho com o sorteio de uma Chevrolet Montana novinha em folha e quase R$ 20 mil reais em vales-compra.

O patrocínio da empresa na campanha é um indicativo do otimismo que cerca do setor de geração de energia solar para esse novo ano.

O otimismo ocorre em nível nacional. O mercado de energia solar no Brasil está se preparando para um crescimento significativo em 2025, com projeções que indicam um aumento de mais de 25% na capacidade instalada, alcançando cerca de 64,7 gigawatts (GW). “É um setor que está se preparando para uma nova fase, já que energia é um insumo cujo consumo só tende a crescer no segmento residencial, no empresarial e, com muita força, no agro”, observa o diretor proprietário da Chico Energia, Francisco Leandro Sampaio.

Hoje, a energia solar fotovoltaica beneficia mais de 4,3 milhões de consumidores no Brasil, com 3 milhões de instalações em empresas e residências que representam mais de 34 GW de potência operacional. O uso da energia solar avança para o campo, com propriedades investindo em energia fotovoltaica para sistemas de irrigação e outras atividades inerentes à produção. A motivação é simples: a produção da própria eletricidade cria condições de economizar em até 90% na conta de luz.

A empresa ressalta, porém, que o setor de geração de energia solar vai precisar de um posicionamento mais favorável do governo. “Não é só na nossa atividade, mas em todos setores. O segmento empresarial precisa do amparo do governo, com políticas públicas assertivas para que as empresas sigam gerando emprego e renda e, também, investindo em desenvolvimento”, observa Francisco Leandro Sampaio.

O empresário relembra decisões governamentais ainda de 2024. Segundo estimativas da consultoria Greener, o aumento de impostos sobre placas solares pode resultar em aumento de 13% no valor de sistemas de energia solar no Brasil. O cálculo leva em conta o incremento da alíquota de importação de 9,6% para 25% e a decisão do governo da China de reduzir de 13% para 9% do benefício fiscal para exportação de painéis solares.

Além de uma política tributária mais favorável, outra necessidade do setor está relacionada à mão de obra. “Os governos federal e estadual precisam olhar com mais atenção essa demanda de mão de obra, com uma política mais eficiente de capacitação de profissionais”, acrescenta Francisco.

Mas há, nisso tudo, um fator compensatório. Os preços dos sistemas de energia solar passaram por uma forte redução nos últimos dois anos, com o payback sendo reduzido em 22,5% entre junho de 2023 e junho de 2024, saindo de 3,4 para 3 anos.

Apesar do cenário de altos e baixos na economia como um todo, a Chico Energia tem motivos para projetar o ano de 2025 com otimismo. Somando essa postura positiva à seriedade característica empregada em suas operações, a Chico Energia se prepara para iniciar em 2025 uma nova fase de expansão das suas atividades.

A Empresa

A Chico Energia é uma empresa tradicional em Tangará da Serra, sendo referência na modalidade de investimentos que envolve a geração de energia solar.

A empresa se responsabiliza por todo o processo junto à concessionaria para que o cliente tenha somente a preocupação do investimento inicial. “Em média, de 90 a 120 dias já pode se fazem perceber os benefícios com os ganhos do seu gerador”, afirma Francisco Leandro Sampaio.

A Chico Energia é a única que dá garantia de cinco anos na instalação do sistema. “Temos compromisso com a qualidade dos serviços e dos produtos que comercializamos.

Para mais informações sobre investimentos em Energia Solar: Chico Energia – telefone/WhatsApp: +55 65 3326-7227.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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