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Cesta Básica: Acompanhamento e informação serão estratégias do Procon para coibir eventuais abusos nos preços

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Informação e acompanhamento junto a comerciantes e consumidores compõem a estratégia da Coordenadoria de Defesa do Consumidor (Procon), poder público municipal e entidades empresariais ligadas ao varejo e à indústria para evitar quaisquer abusos na comercialização de produtos da cesta básica em Tangará da Serra.

Foi este o teor de reunião na manhã desta quinta-feira, no auditório da prefeitura de Tangará da Serra, para discutir a disparada dos preços de produtos como arroz, feijão e óleo de soja.

A reunião foi coordenada pela chefe do Procon de Tangará da Serra, Ana Flávia Vieira Barbosa, com participação de representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação Empresarial de Tangará da Serra (ACITS), da secretária municipal de Administração, Maria das Graças Souto, do secretário de Indústria, Comércio e Serviços do município, Wellington Bezerra, e empresários ligados ao setor de indústria e comércio de alimentos.

Durante a reunião, houve consenso de que a disparada de preços não tem como vilões o varejo e o atacado e, sim, uma conjuntura de mercado. Segundo os participantes, uma das medidas para minimizar os efeitos da alta dos preços está ligada à tributação dos produtos.

Ontem (quarta, 09), o governo federal decidiu zerar o imposto sobre importação do arroz em casca até 31 de dezembro. A redução do ICMS sobre os produtos da cesta básica poderia ser outra medida para compensar a alta. “Mas não tenho visto nenhuma sinalização por parte do governo”, disse o secretário Wellington Bezerra.

Conjuntura

Esta semana, o presidente Jair Bolsonaro e a ministra da Agricultura e Pecuária, Tereza Cristina, negaram qualquer possiblidade de intervenção do governo nos preços e que é convicção no Planalto de que a majoração é um efeito particular de um momento distinto do mercado.

Os fatores se devem aos aumentos da demanda internacional de alimentos – em grande parte pela pandemia do novo coronavírus – e do consumo interno em decorrência do auxílio emergencial. O presidente e a ministra acreditam que os preços voltarão ao normal nos próximos meses.

Nesta quinta-feira (10), o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que a alta de preços de alimentos, como o arroz, é “transitória e localizada” e não traz risco para o controle da inflação. “A inflação é uma alta generalizada e recorrente. O aumento que estamos vendo agora não é generalizado, mas localizado em alguns produtos da cesta básica. Vai durar alguns meses e depois retorna à normalidade”, disse Sachsida, em entrevista à imprensa.

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Obra na Feira exige colaboração de motoristas para garantir segurança de pedestres

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Estacionamento em locais sinalizados compromete circulação de pessoas junto ao canteiro; Município e Associação dos Feirantes pedem bom senso durante execução da reforma.

As obras de reforma e modernização da Feira do Produtor do Centro avançam dentro do cronograma, mas um problema registrado nos primeiros dias de execução tem preocupado a equipe técnica responsável pelo empreendimento: o desrespeito à sinalização de trânsito instalada no entorno do canteiro de obras.

Segundo a engenheira da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Inovação (Seplan), Letícia Basílio, alguns motoristas continuam estacionando em locais onde há placas proibindo a parada de veículos, especialmente nas áreas reservadas para garantir a circulação segura de pedestres ao longo do tapume da obra.

“Apesar da sinalização implantada, alguns veículos continuam estacionando junto ao canteiro, situação que se intensifica nos dias de funcionamento da feira. Como consequência, os pedestres ficam sem espaço adequado para circulação e acabam utilizando a pista de rolamento, dividindo espaço com os veículos e se expondo a riscos desnecessários”, explica.

De acordo com a engenheira, a restrição de estacionamento não foi adotada para dificultar o acesso à Feira do Produtor, mas para preservar a segurança de trabalhadores, feirantes, consumidores e demais pessoas que circulam diariamente pelo local durante o período das obras.

Veículos, motos e bicicletas estacionados junto aos tapumes representam riscos aos pedestres que circulam pelo local.

“A colaboração dos motoristas é fundamental. O respeito à sinalização garante mais segurança para todos e contribui para o bom andamento dos serviços”, ressalta Letícia.

O presidente da Feira do Produtor, Valdeci Ferraz Aquino, também faz um apelo à compreensão da comunidade. Segundo ele, os transtornos momentâneos são naturais em uma obra dessa dimensão e serão compensados pelos benefícios que a modernização proporcionará.

“Estamos satisfeitos em ver esse sonho tomando forma aqui na nossa Feira. Essa é uma conquista coletiva, dos feirantes, dos consumidores e do próprio município. Mas precisamos da colaboração de todos para que a obra transcorra da melhor maneira possível, sem riscos e sem entraves”, afirma.

A reforma da Feira do Produtor representa um investimento importante na valorização da agricultura familiar e na modernização de um dos principais espaços públicos de comercialização de Tangará da Serra. Quando concluída, a nova estrutura oferecerá mais conforto, acessibilidade, segurança e melhores condições de trabalho aos feirantes, além de proporcionar um ambiente mais funcional e acolhedor para a população.

“Por isso, neste período de obras, a principal contribuição que a comunidade pode oferecer é simples: respeitar a sinalização, utilizar apenas os locais permitidos para estacionamento e compreender que pequenos ajustes na rotina são necessários para que um benefício permanente seja entregue à cidade”, acrescenta Valdeci Ferraz Aquino. Ele finaliza afirmando que “em uma obra que trará ganhos para toda a coletividade, o bom senso e a colaboração também fazem parte da construção”.

(Assessoria Especial)

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