TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Empresas & Produtos

Celebrando 20 anos, Agrocat inaugura sua nova sede em Tangará da Serra

Publicado em

A Agrocat inaugurou nesta quinta-feira (03/10) a sua nova sede em Tangará da Serra. O ato inaugural reuniu diretoria e colaboradores, clientes e parceiros, autoridades civis e religiosas, membros da sociedade organizada local e representantes da imprensa.

A nova sede, que abriga a matriz da empresa, está localizada numa ampla estrutura às margens da Avenida Lions Internacional, à direita de quem chega na cidade vindo de Campo Novo do Parecis. Possui escritório com 1.202,64m², estrutura de armazenagem com capacidade estática de 400 mil sacas, secador/moega, depósito de defensivos com 600 m², guarita com balança, área para estacionamento, entre outras dependências.

Salazar: “É uma conquista nossa, dos nossos mais de 100 colaboradores, avalizada pela rentabilidade que alcançamos e os valores que produzimos junto aos clientes e parceiros”

Segundo o diretor-proprietário da empresa, Salazar Jonas Marquetti, ao completar 20 anos de fundação, a empresa entra em sua terceira década com uma estrutura que faz jus aos resultados alcançados. “É uma conquista nossa, dos nossos mais de 100 colaboradores, avalizada pela rentabilidade que alcançamos e os valores que produzimos junto aos clientes e parceiros”, disse o empresário.

A Agrocat está presente em 84 municípios de Mato Grosso e Rondônia, atuando com clientes que somam mais de 1 milhão de hectares.

Ainda segundo Marquetti, a nova sede representa uma nova era para a Agrocat. “Somos uma empresa consolidada com uma participação importante no agronegócio. Temos uma história alicerçada numa credibilidade retratada em nossa presença em dois estados da federação – Mato Grosso e Rondônia – e no êxito comprovado nos mais de 1 milhão de hectares que somam nossos clientes”, completou.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Os outros dois sócios da empresa são Kleber José Marin da Silva, que responde pelas operações no noroeste de Mato Grosso e no estado de Rondônia, e Lucas Stefano de Biaggi, responsável pela área comercial.

Além de Tangará da Serra, sede da matriz, a Agrocat possui estrutura em Vilhena-RO, onde mantém escritório de 600 m², depósito e de defensivos e de sementes, cada um com de 1.200 m².

História

Inaugurada em maio de 1998 em Tangará da Serra, a Agrocat nasceu com o desafio do compromisso com a produtividade. Hoje, a Agrocat está presente em 84 municípios de Mato Grosso e Rondônia.

A empresa iniciou suas atividades com a comercialização de defensivos agrícolas e atualmente oferece soluções integradas para o Agronegócio, com serviços personalizados e alta qualidade em sementes, fertilizantes e micronutrientes.

Nova sede possui escritório com 1.202,64m², estrutura de armazenagem, secador/moega, depósito de defensivos, guarita com balança, área para estacionamento, entre outras dependências.

Os bons resultados comprovados pelos clientes a Agrocat impulsionaram a empresa a voos mais altos. Em 2009, a fusão com outra empresa do ramo – Futuro Agropecuária – proporcionou a ampliação de 03 para 06 unidades de negócio, incluindo as operações o estado de Rondônia.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Hoje, com 20 anos de fundação já completos, a empresa conta com 10 unidades de negócios que geram mais de 100 postos de trabalho diretos e outros 250 indiretos.

Este contexto representa uma área produtiva superior a 1 milhão de hectares de lavouras de soja, milho, girassol, arroz, feijão e outras culturas.

Inauguração da nova sede aconteceu na manhã desta quinta-feira (03/10).

Focalização

A Agrocat executa, desde 2004, a focalização como estratégia de acesso ao mercado. A partir deste conceito de atuação a empresa desenvolve junto aos seus clientes um relacionamento diferenciado, oferecendo soluções integradas para atender as necessidades específicas de cada um. Assim, a Agrocat obtém um aumento substancial de market share (participação no mercado), consolidando seu diferencial.

Através do relacionamento embasado na focalização, a Agrocat processa informações que, compartilhadas entre os diversos setores da empresa, geram conhecimento suficiente para traduzir as necessidades dos clientes em produtos e serviços customizados.

(Confira galeria de fotos da inauguração clicando abaixo)

Fotos da inauguração da nova sede da Agrocat

Comentários Facebook
Advertisement

Empresas & Produtos

Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Published

on

Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Leia mais:  Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana