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ATUALIZAÇÃO: Segundo Ministério da Saúde, casos de contaminação por COVID-19 sobem para 2.915, com 77 óbitos

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O número casos de casos de contaminação pelo coronavírus (COVID-19) subiu para 2.915 e os óbitos chegaram a 77. A informação, oficial, é do Ministério da Saúde e foi divulgada na tarde desta quinta-feira (26). Pelo segundo dia consecutivo desde o início da pandemia, foram registradas mortes fora dos epicentros do surto no país, São Paulo e Rio de Janeiro.

Os falecimentos em razão da covid-19 ocorreram no Ceará (03), em Pernambuco (outros 02), no Distrito Federal (01), em Goiás (01) e em Santa Catarina (01). Em São Paulo já são 58 óbitos e no Rio de Janeiro 09, além de uma morte no Rio Grande do Sul.

(*) Veja ao final do texto, após o vídeo, tabela com os números por estado e as totalizações

O total de mortes divulgado nesta quina marca um aumento de 20 casos em relação a ontem (quarta, 25), quando a contabilização marcava 57 vítimas que vieram a óbito por conta da infecção.

Leia mais:  El Niño pode impulsionar dengue e chikungunya; Ministério emite nota técnica

O total de casos confirmados saiu de 2.433 ontem para 2.915 casos. O resultado de hoje marcou um aumento de 19,8% nos casos em relação a ontem.

Como local de maior circulação do novo coronavírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 1.052 casos confirmados. Em seguida, o Rio de Janeiro (421), Ceará (235), Distrito Federal (200), Rio Grande do Sul (168) e Minas Gerais (153).

(*) Veja tabela com todos os números ao final do texto

O Ministério da Saúde recomenda o isolamento a quem apresenta sintomas da covid-19 e a moradores da mesma residência do paciente sintomático, bem como a idosos acima de 60 anos, pelo prazo de 14 dias. Uma vez terminado esse período, não haveria mais necessidade da medida, a não ser em casos de uma condição médica específica.

Veja vídeo com a coletiva no Ministério da Saúde

 

Veja Tabela do Enfoque Business com os números

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Saúde Pública

El Niño pode impulsionar dengue e chikungunya; Ministério emite nota técnica

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O Ministério da Saúde recomendou que estados e municípios intensifiquem as ações de vigilância e controle das arboviroses diante da possibilidade de aumento na transmissão de doenças pelo mosquito Aedes aegypti. A orientação foi divulgada em nota técnica que considera os impactos esperados do fenômeno El Niño, previsto para influenciar o clima brasileiro a partir do segundo semestre deste ano.

Segundo estimativas elaboradas pelo InfoDengue/Fiocruz, o Brasil poderá registrar cerca de 1,7 milhão de casos de dengue em 2027. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (WMO) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a combinação de temperaturas mais elevadas, aumento das chuvas em algumas regiões e períodos de estiagem em outras pode criar condições favoráveis à proliferação do mosquito transmissor.

Em Mato Grosso, apesar do período de estiagem, os cuidados devem ser mantidos. Na 28ª semana epidemiológica, o estado registra 12.143 casos prováveis de arboviroses, dos quais 10.744 são de dengue, 1.113 de chikungunya e 286 de zika.

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Em Tangará da Serra, foram notificados 1.001 casos de arboviroses, sendo 958 de dengue, 41 de chikungunya e dois de zika. O município contabiliza um óbito confirmado por dengue e outro permanece em investigação.

Ações de vigilância

Entre as recomendações do Ministério da Saúde estão a intensificação da vigilância epidemiológica, o bloqueio da transmissão nos primeiros casos identificados, a reorganização do trabalho dos Agentes de Combate às Endemias e a adoção de tecnologias para o controle vetorial.

A pasta também orienta os gestores a reforçarem campanhas de conscientização para incentivar a população a eliminar possíveis criadouros do mosquito e buscar atendimento médico diante dos primeiros sintomas da doença.

Embora o alerta seja voltado ao cenário climático previsto para os próximos meses, o panorama atual é de redução das principais arboviroses no país. Até 20 de junho de 2026, o Brasil registrou 392,8 mil casos de dengue, uma queda de 73% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os casos de chikungunya também recuaram 46%, segundo o Ministério da Saúde.

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