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Unemat promove evento online sobre função e composição dos comitês de enfrentamento ao coronavírus

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Nesta quarta-feira (29/04), o evento “A pandemia do coronavírus: Ações, discussões e debates sobre a Covid-19” abordará a atuação dos comitês de enfretamento à pandemia que foram instituídos por diversos governos estaduais, municipais e instituições.

Na oportunidade, os participantes terão oportunidade de conhecer para que serve, como funciona, quem compõe, como é a rotina de trabalho e outras informações sobre a temática. Também serão abordadas as temáticas “Como lidar com as fake news em tempo de pandemia” e “A saúde mental durante o isolamento, como fica?”.

Para falar sobre o assunto, a convidada é a enfermeira Ana Cláudia Pereira Terças Trettel, professora do curso de Enfermagem da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Tangará da Serra. Ana Cláudia é doutora em Medicina Tropical e faz parte dos Comitês de Acompanhamento e Enfrentamento ao Covid-19 do município de Tangará da Serra e da Universidade.

O evento, organizado por um projeto de extensão da Unemat, é gratuito, aberto a todos e concede certificado de participação de 8h. Com transmissão on-line, os participantes podem interagir enviando perguntas via chat. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível em: http://siec.unemat.br/eventos/1web-conf%20covid-19/. No dia da transmissão o inscrito receberá via e-mail um link para participar.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

(Assessoria Unemat)

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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