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Saúde Pública

Tangará da Serra: Sem novos casos confirmados de COVID-19, município descarta 85% das notificações

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Boletim atualizado sobre a pandemia COVID-19 em Tangará da Serra foi divulgado na manhã desta sexta-feira (17) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus. Os números divulgados indicam a somatória de 111 notificações, com descarte de 95 delas, restando 11 casos suspeitos.

O descarte representa 85,5% dos casos notificados. Dois pacientes que estavam internados e constavam entre os casos suspeitos receberam alta. Os cinco pacientes confirmados com a doença no município alcançaram a cura.

Mato Grosso

No boletim do Ministério da Saúde da tarde de ontem (quinta, 16), Mato Grosso aparece com 156 casos, cinco a mais que o dia anterior. Até o momento, a capital mato-grossense notificou 79 casos da doença.

Também na tarde de ontem, a Secretaria de Estado de Saúde foi informada sobre o quinto óbito no estado. A vítima é um paciente – um homem de 78 anos – morador de Cuiabá. É o primeiro óbito por Covid-19 registrado na capital.

De acordo com os Boletins da SES, as outras mortes causadas em decorrência da Covid-19 em Mato Grosso são de residentes dos municípios de Lucas do Rio Verde, Cáceres, Aripuanã e Rondonópolis.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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