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Justiça indefere pedido de reabertura do Comércio e resguarda responsabilidade do poder público local

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O juiz Francisco Nei Gaiva, da 4ª Vara Cível de Tangará da Serra, indeferiu pleito de mandado de segurança da classe empresarial (ACITS e CDL) para autorização de reabertura das atividades do comércio local. A decisão saiu na noite desta terça-feira (07/04).

No entendimento do juiz, a situação de pandemia justifica as medidas do decreto municipal 139/2020, que estende até 20 de abril as restrições de atividades no comércio e setor de serviços. Considera, ainda, que a suspensão dos efeitos do artigo 432/2020, do Estado – que estabelecia situações de contaminação local e/ou comunitária nos municípios – caiu por terra após provimento à Procuradoria Geral do Estado (PGE) de ação de inconstitucionalidade, atribuindo aos agentes locais a responsabilidade das medidas relacionadas à pandemia de COVID-19.

Veja, abaixo, trecho da decisão:

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

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A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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