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Região de Tangará da Serra poderá receber 150 milímetros de chuvas entre quarta e domingo

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A região de Tangará da Serra poderá receber cerca de 150 milímetros de chuvas entre amanhã (terça, 18) e domingo (23/02). Ao menos é o que prevê o Clima Tempo, um dos principais sites de meteorologia do país.

Pela previsão, os maiores volumes de chuvas são esperados para o final de semana, entre sexta e domingo, quando as precipitações deverão somar mais de 100 milímetros.

Neste período, as temperaturas ficam estáveis em Tangará da Serra, entre as mínimas de 19 graus nas madrugadas e 29 graus nas horas mais quentes do dia. Os ventos poderão variar de fracos a moderados.

Média baixa

De acordo com os registros da estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) em Tangará da Serra, este mês de fevereiro registrou, até o meio da tarde desta segunda-feira (17), um volume acumulado de 103,8 milímetros.

Região tem registrado chuvas isoladas nestes primeiros dois meses do ano.

Caso se confirme a previsão do Clima Tempo entre amanhã e o próximo domingo (23, faltando seis dias para o fechamento do mês), a somatória de chuvas em Tangará da Serra será de aproximadamente 250 milímetros. Nos últimos nove anos (2011 a 2019) a média de chuvas no mês de fevereiro em Tangará da Serra foi de 320 milímetros.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Outras cidades

O Clima Tempo prevê também volumes próximos ou acima de 100 milímetros entre esta terça-feira e o próximo domingo em outros municípios da região sudoeste e também no oeste e na capital. Em Cuiabá, a previsão é de chuvas acumuladas em torno de 120 milímetros nos próximos seis dias

Em Barra do Bugres, as chuvas poderão somar entre 120 e 130 milímetros no mesmo período, enquanto em Diamantino as precipitações poderão chegar aos 110 milímetros até domingo.

Em Campo Novo do Parecis, as chuvas poderão ser mais intensas, em torno dos 140 milímetros. Já em Cáceres, o Clima Tempo aponta para volumes acumulados de 100 milímetros entre amanhã e domingo.

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a pesquisas e sítios arqueológicos existentes na área. O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas.

A atuação do Iphan é voltada ao acompanhamento de pesquisas arqueológicas autorizadas pelo órgão. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso. As autorizações estabelecem condições para a realização dos trabalhos e permitem ao Iphan acompanhar e fiscalizar a execução das pesquisas.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão as condições dos locais pesquisados e o cumprimento das exigências estabelecidas para as atividades arqueológicas, além de observar aspectos relacionados à preservação do patrimônio arqueológico.

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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