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Polícia Civil inaugura nova sede da Delegacia de Arenápolis

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Funcionando desde a década de 80 em condições em um prédio antigo de estrutura precária e insalubre, a Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso entregou, na manhã desta terça-feira (03.07), a nova sede da Delegacia de Polícia do município de Arenápolis (258 km a Médio Norte de Cuiabá).

O novo imóvel foi locado e adequado para atender as demandas da Polícia Civil, dispondo de salas para o trabalho cartorário e investigativo, celas conforme a legislação, pátio para guarda de veículos apreendidos, ambiente climatizado, pintura nas cores padronizada da Instituição, iluminação apropriada e rede lógica instalada.

A partir de agora, os moradores da cidade e região serão acolhido em um espaço propício, com maior qualidade na prestação do serviço público. Os servidores da Delegacia de Polícia de Arenápolis terão também local digno para exercerem as funções.

O secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia Francisco, falou da importância da nova Delegacia de Polícia de Arenápolis, a qual para se tornar realidade passou por uma série de ações, que iniciou com participação do delegado titular José Ricardo Garcia Bruno, que muito trabalhou para conseguir primeiro o projeto adequado, para que os policiais tivessem condições mínimas de trabalho.

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“Esse pleito é um projeto que visa atender uma carência de décadas. Batalhamos por uma unidade digna para atender a sociedade e nossos policiais. Sabemos da dificuldade orçamentária do Estado, porém, muito se foi cobrado por parte dos servidores, por parte do Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol), que lutaram por melhores condições de trabalho”, reconheceu Gustavo Garcia.

O  delegado de Arenápolis, José Ricardo Garcia Bruno, discorreu sobre a conquista. “Em algum momento o prédio da antiga delegacia esteve em boas condições, eu acredito, mas ele nunca foi adequado para um trabalho de delegacia. Esse prédio novo é infinitamente melhor e mais adequado para o trabalho policial”, disse.

O delegado ainda agradeceu aos policiais colegas de trabalho (investigadores e escrivães), que segundo ele foram fundamentais na conquista. “Suportaram por muito tempo o endereço antigo. Sem deixar de atender a população, do melhor jeito possível em um ambiente insalubre”, completou.

Presente na inauguração, a delegada regional de Nova Mutum, Alessandrah Marquez Alecrim, mencionou a vitória para Arenápolis e Polícia Civil. “Mesmo sem condições dignas de trabalho, a equipe de verdadeiros guerreiros formados pelas três carreiras (delegado, escrivão e investigador), não desistiu, não fez dessa situação um motivo para dificultar o trabalho”, parabenizou a delegada regional.

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Para finalizar o delegado geral da Polícia Civil, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, falou da satisfação de estar na cidade para entregar o prédio aos policiais da unidade. “Os policiais que aqui laboram terão condições plenas de exercer suas funções. Sabemos que as  dificuldades financeiras são grandes, entretanto, a diretoria vem conseguindo com muito esforço alcançar resultados expressivos, reformando e inaugurando delegacias”, disse Vasco.

Participaram da inauguração, o diretor do interior, Wladimir Fransosi, a presidente do Sindicato dos Investigadores, Edleusa Mesquita, a juíza de direito da Comarca, Marina Carlos França, o promotor de justiça, Mario Anthero Silveira de Souza, o presidente da Câmara dos Vereadores, Edilson Pires dos Santos, além de representantes da Prefeitura, Polícia Militar, entre outros convidados.

 

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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