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Agronegócio & Produção

Palestra: A importância do bom manejo, da silagem e da higienização na produção de leite

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O 14º Torneio Leiteiro da Exposerra/2019 incluiu palestra sobre manejo, ministrada pelo técnico Fabrício Moratelli, gerente regional da Reafrio, indústria com sede em Santa Catarina que produz equipamentos de ordenha e resfriadores.

A palestra, ministrada na noite de sábado (07), teve o patrocínio da TratorTecMaq, revendedora exclusiva da Reafrio para Tangará da Serra e região sudoeste de Mato Grosso, sendo ministrada no estande da Biomatrix, empresa especializada em produtos para silagem.

Palestra teve o patrocínio da TratorTecMaq, revendedora exclusiva da Reafrio para Tangará da Serra e região sudoeste de Mato Grosso.

Segundo Fabrício, uma boa produção leiteira depende de um bom plantel e de boas práticas de manejo. Em sua palestra, ele destacou que, em Mato Grosso, onde o clima se divide em duas estações – a chuvosa e a seca –, as atenções são voltadas especialmente à prevenção de doenças e na alimentação. “A silagem é importantíssima e tem baixo custo”, disse, acrescentando a importância da oferta de suplementos alimentares ao plantel.

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Uma das principais doenças que acomete os bovinos leiteiros é a mastite, inflamação da glândula mamária que causa queda na produção, perda na qualidade do leite, maior custo de produção e descarte prematuro de vacas por perda de um ou mais quartos mamários, que se tornam fibrosos e improdutivos.

(*) No áudio a seguir, Fabrício Moratelli fala sobre a palestra ministrada na noite de sábado.

Fabrício Moratelli: Manejo correto, alimentação e boas práticas refletem diretamente na produção.

De acordo com Fabrício a interação entre os microrganismos, as vacas e o ambiente, somada à ação do homem e possíveis erros de manejo, criam condições favoráveis à contaminação da glândula mamária e o desenvolvimento das mastites. “A higienização dos equipamentos com os produtos adequados, do ambiente da ordenha e o trato com os animais são fundamentais para a prevenção e a sanidade do rebanho”, orientou.

O palestrante chamou atenção, ainda, sobre as vantagens da proximidade da revenda dos equipamentos. “Quando o produtor tem próximo de si uma empresa como a TratorTecMaq, que presta assistência ao produtor, a vantagem desse detalhe reflete na própria produção”, concluiu Moratelli.

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No link abaixo, galeria de fotos da palestra e do 14º Torneio Leiteiro.

Fotos do 14º Torneio Leiteiro da Exposerra/2019

(*) Texto e fotos: Amanda Reichert e Sergio Roberto

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Agronegócio & Produção

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

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Boletim recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta alta nos fretes rodoviários de grãos em diversas rotas de Mato Grosso. O movimento ocorre mesmo com oferta equilibrada de cargas, indicando que a principal causa foi a diminuição na disponibilidade de caminhões.

Segundo o levantamento semanal, parte da frota deixou o estado em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país. Com menos veículos disponíveis, as transportadoras que permaneceram ampliaram seu poder de negociação, resultando na elevação dos preços.

Entre as principais rotas monitoradas, destacam-se os trajetos de Diamantino a Rondonópolis, com média de R$ 155,00 por tonelada (+3,20%), e de Querência a Uberlândia, com média de R$ 333,70 por tonelada (+3,28%). Os dados indicam valorização do frete em um período relevante para o escoamento da produção.

De acordo com Rodrigo Silva, o cenário contraria a expectativa para o período. “Seria esperado um recuo nos preços, com o equilíbrio entre oferta e demanda após a colheita da soja 2025/26. No entanto, os valores seguem acima dos registrados no mesmo período do ano passado, influenciados principalmente pelos custos com diesel”, afirmou.

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O frete representa parcela significativa dos custos da produção agropecuária em Mato Grosso, estado fortemente dependente do transporte rodoviário. Com a alta, o impacto é direto nas margens do produtor rural.

Além disso, o encarecimento logístico afeta a competitividade do estado frente a outras regiões com melhor infraestrutura ou mais próximas dos portos.

“A eficiência no escoamento da produção é determinante para a sustentabilidade econômica das propriedades e para a competitividade do estado”, destacou Silva.

(Com informações de Notícias Agrícolas)

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