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Chico Guarnieri solicita iluminação em LED para mais segurança na zona rural de Porto Estrela

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) encaminhou ao Governo de Mato Grosso uma indicação solicitando a aquisição e destinação de 100 kits de iluminação pública com luminárias de LED para atender famílias que vivem na zona rural de Porto Estrela.

A proposta foi apresentada ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo de Oliveira e Silva. O objetivo é instalar os equipamentos em postes de energia já existentes nas comunidades rurais do município, ampliando a segurança e a qualidade de vida da população.

A demanda foi levada ao gabinete do parlamentar pelo vereador Manoel Pedro Mendes da Conceição, que relatou as dificuldades enfrentadas pelos moradores em regiões onde a infraestrutura elétrica já está disponível, mas ainda sem iluminação pública adequada.

Segundo Chico Guarnieri, a medida busca atender uma necessidade urgente das famílias que convivem diariamente com a falta de iluminação em áreas rurais.

“Estamos falando de uma ação simples, mas que pode trazer um impacto muito grande para a segurança e o bem-estar dessas comunidades. A iluminação pública oferece mais tranquilidade para as famílias, melhora a visibilidade nas vias e contribui para a qualidade de vida de quem vive no campo”, destacou o deputado.

Leia mais:  Prefeita contraria parecer jurídico e mantém inexigibilidade de licitação em Aripuanã

De acordo com a justificativa da indicação, moradores relatam preocupação constante com a aproximação de animais silvestres das residências, além da insegurança enfrentada por estudantes que aguardam o transporte escolar ainda durante a madrugada, em locais sem iluminação.

A proposta prevê a utilização de luminárias de LED, tecnologia que oferece maior capacidade de iluminação, menor consumo de energia e redução dos custos de manutenção. Além de ampliar a segurança, a medida também representa economia para os cofres públicos.

O parlamentar ressaltou que a existência dos postes de energia nas comunidades facilita a execução da proposta, tornando a implantação mais rápida e eficiente.

“A estrutura básica já está disponível. O que buscamos é viabilizar os equipamentos necessários para que esse serviço chegue efetivamente às famílias. É uma iniciativa que valoriza a população rural e leva mais dignidade para quem vive e produz no campo”, afirmou.

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Prefeita contraria parecer jurídico e mantém inexigibilidade de licitação em Aripuanã

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Caso pode levantar debate. Atual gestão, da prefeita Seluir Peixer Reghin, já tem histórico de casos que sugerem irregularidades.  

A Prefeitura de Aripuanã decidiu, através da prefeita Seluir Peixer Reghin (União Brasil), seguir adiante com a contratação do SEBRAE/MT para elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) e do Plano de Gestão de Resíduos da Construção Civil (RCC), mesmo após a Procuradoria-Geral do Município emitir parecer contrário à contratação por inexigibilidade de licitação.

O parecer jurídico nº 420/2026 analisou o Processo Administrativo nº 106/2026, no valor de R$ 368.768,60, e concluiu que não estavam presentes os requisitos legais para a inexigibilidade de licitação, recomendando que o Município realizasse um procedimento licitatório.

O que diz o parecer jurídico

Na manifestação, a Procuradoria sustenta que os serviços pretendidos possuem oferta no mercado e, portanto, não há inviabilidade de competição, requisito indispensável para a contratação direta prevista no artigo 74 da Lei nº 14.133/2021.

O parecer jurídico nº 420/2026 concluiu que a contratação não atendia aos requisitos da inexigibilidade previstos na Lei nº 14.133/2021. Segundo a Procuradoria, os serviços possuem oferta no mercado, inexistindo inviabilidade de competição, razão pela qual recomendou a realização de licitação.

Prefeita Seluit Peixer Reghin editou Decisão Saneadora e manteve a contratação.

Apesar da manifestação da Procuradoria, a prefeita editou Decisão Saneadora e manteve a contratação. Ela argumentou que o parecer jurídico possui caráter opinativo e citou entendimentos do STF e do TCU segundo os quais o gestor pode adotar solução diversa desde que a decisão seja fundamentada. Também sustentou que o Sebrae possui notória especialização e que estão presentes os requisitos legais para a inexigibilidade.

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Decisão pode gerar debate

Embora o gestor possa divergir do parecer jurídico, a decisão poderá ser posteriormente analisada pelos órgãos de controle. Caso seja constatada a existência de competição no mercado, Tribunal de Contas e Ministério Público poderão avaliar a legalidade da contratação e eventual responsabilização dos agentes públicos.

Gestão acumula questionamentos

A decisão da prefeita ocorre em um momento em que a administração municipal já enfrenta questionamentos em outros processos analisados pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).

Neste mês, o tribunal manteve a suspensão parcial de uma ata de registro de preços destinada à compra de insumos hospitalares, ao identificar indícios de irregularidades na habilitação da empresa vencedora do certame. Segundo o relator, conselheiro Alisson Alencar, a licitante apresentou certidão fiscal vencida, requisito obrigatório para contratação com o poder público.

O TCE também instaurou Tomada de Contas para apurar possíveis irregularidades na contratação de uma usina fotovoltaica de R$ 30 milhões, determinando a suspensão de novos pagamentos à empresa responsável. Entre os indícios apontados pela área técnica estão possível direcionamento da contratação, sobrepreço, pagamentos antecipados e alterações no projeto executivo sem justificativas técnicas suficientes.

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Ambos os processos permanecem em análise pelos órgãos de controle.

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