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PM tira torturadores de circulação; traficante é preso com ecstasy, maconha e cocaína

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O tráfico de drogas segue como principal vetor da criminalidade no Sudoeste de Mato Grosso, alimentando a atuação de facções criminosas, a violência urbana e crimes brutais contra a pessoa. Além de ampliar a dependência química, o comércio ilegal de entorpecentes impulsiona disputas, execuções e práticas conhecidas como “tribunal do crime”.

Em duas ocorrências registradas nesta semana em Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, a Polícia Militar desarticulou ações ligadas ao crime organizado, prendendo suspeitos envolvidos em tortura, cárcere privado e tráfico de drogas.

Salvo do “salve”

Em Tangará da Serra, equipes do 19º BPM impediram uma possível execução em uma área de mata próxima ao Instituto Médico Legal (IML), no Jardim Paraíso. A PM recebeu denúncia anônima informando que integrantes de facção criminosa estariam realizando um “salve”.

Durante a incursão, os policiais localizaram uma vítima com pés e mãos amarrados, além de dois suspeitos nas proximidades. Conforme o boletim de ocorrência, os homens resistiram à abordagem e precisaram ser imobilizados.

A vítima relatou que estava em poder dos suspeitos desde a madrugada, sendo submetida a tortura e ameaçada de morte. Segundo o depoimento, um dos envolvidos fazia chamada de vídeo enquanto aguardava autorização para a execução.

Ainda conforme a vítima, os suspeitos integram o Comando Vermelho (CV), e ela acreditava que seria julgada em um “tribunal do crime”. Um dos detidos, identificado como C.A.S., conhecido como “Pitbull”, teria função de “disciplina” da facção.

Os suspeitos foram presos por cárcere privado, tortura, organização criminosa, ameaça, resistência e desobediência.

Drogas em CNP

Já em Campo Novo do Parecis, a Polícia Militar realizou uma grande apreensão de entorpecentes no bairro Boa Esperança, após investigação sobre distribuição de drogas para “bocas de fumo”.

Um suspeito tentou fugir ao perceber a aproximação da viatura, correndo para um condomínio residencial, mas acabou detido. Com ele, os policiais encontraram porções de droga sintética, cocaína e pasta base.

Na residência indicada pelo suspeito, os militares localizaram outro envolvido e apreenderam drogas escondidas até no forro do imóvel.

Foram apreendidas 146 unidades de ecstasy, 66 porções de maconha, 50 porções de cocaína e 11 porções de pasta base. Também foram encontrados adesivos com referências ao Comando Vermelho, usados para identificar embalagens dos entorpecentes.

Os suspeitos foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil e responderão por tráfico de drogas, associação criminosa e organização criminosa.

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Policial

PJC e PF prendem homem que tentava embarcar no aeroporto com drogas presas no corpo

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Com 10,6 quilos de cocaína enrolados ao corpo, investigado tentava embarcar para o Nordeste. Ele não tinha antecedentes criminais.

Polícia Civil, em ação conjunta com a Polícia Federal, prendeu, na madrugada deste sábado (25.4), um homem, de 26 anos, no Aeroporto Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande, tentando embarcar com drogas enroladas em seu corpo.

A ação teve início após a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) receber uma denúncia de que uma pessoa embarcaria em um voo, durante a madrugada deste sábado, com drogas, com destino ao Nordeste.

Infrator foi flagrado com 10.6 quilos de cocaína enrolados em seu corpo, embaixo da roupa.

Os policiais civis realizaram checagens e rapidamente descobriram a identidade do suspeito. Diante da situação de flagrante e a iminência do embarque, a Denarc realizou trocas de informações com a Polícia Federal, que capturou o alvo, localizado com 10.6 quilos de cocaína enrolados em seu corpo, embaixo da roupa.

A rápida ação das equipes policiais foi essencial para a localização e prisão do suspeito antes de seu embarque. Segundo o delegado Eduardo Ribeiro, da Denarc, ele não tem passagem criminal.

“Essa ação reforça a importância da integração entre a Polícia Civil e a Polícia Federal, oportunidade em que agradeço o dr. Antonio Flávio, da Polícia Federal. A atuação conjunta foi fundamental para uma resposta rápida e eficaz, impedindo que a droga chegasse ao destino e fortalecendo o combate ao tráfico”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro.

(Assessoria PJC)

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