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Hortaliça euroasiática com múltiplos benefícios é oferecida na Feira do Produtor do Centro

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A variedade e qualidade são virtudes tradicionais da Feira do Produtor do Centro. Enquanto a variedade se encarrega de atender a todos os gostos, a qualidade é um atrativo à parte nos boxes do principal mercado público da região.

Em meio à toda essa fartura, o consumidor pode escolher o que de melhor pode levar à sua mesa, conforme o sabor e o valor nutricional e pelos benefícios que trazem à saúde de quem os consome. Um dos destaques é de cor verde, a cor predominante da bandeira do Brasil.

Especialistas dizem que o verde é a cor que ajuda a promover o equilíbrio interno e a diminuir o estresse. Na terapia das cores, o verde exerce ação refrescante e calmante, ajudando a promover o bem-estar físico e mental.

E verde também é uma cor predominante na Feira do Produtor do Centro, que atende nesta quarta-feira, a partir das 06hs. Está presente em frutas e hortaliças no setor de hortifrutis no mercado público de Tangará da Serra, onde se destacam verduras como a alface, a couve, a rúcula e a chicória (foto ao lado).

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Estas folhas verdes fornecem vitaminas, minerais e outros componentes bioativos que trazem benefícios ao organismo humano. Possuem alto teor de água que hidratam e são ricas em fibras.

Esta época do ano é propícia à chicória, uma verdura originária da Europa e Ásia que tem propriedades digestivas e diuréticas que evita o acúmulo de líquidos no corpo, ajudando, por exemplo, a prevenir infecções no trato urinário e pedras nos rins. A chicória tem, ainda, ação depurativa, ajudando a manter o organismo saudável e livre de toxinas, sendo benéfica para o fígado.

A hortaliça é rica em vitamina A, B, C e D, além de minerais como ferro, fósforo e cálcio. Também exerce ação probiótica, através de uma substância chamada ‘inulina’, que estimula a produção de bactérias boas no intestino. Com isso, a chicória reduz a acidez do organismo e ajuda a combater problemas como refluxo, indigestão e azia.

Outros benefícios da chicória estão relacionados à saúde da pele e do coração, ao fortalecimento do sistema imunológico e à perda de peso.

No link a seguir, oito receitas com chicória:

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-chicoria/

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

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A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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