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“Inaceitável e revoltante”, diz deputado sobre espancamento de adolescente em escola

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) manifestou forte indignação diante das imagens chocantes que circulam nas redes sociais, mostrando a agressão brutal sofrida por uma adolescente dentro de uma escola no município de Alto Araguaia (MT).

No vídeo, a jovem aparece de joelhos, cercada por outras meninas que, em seguida, passam a agredi-la com tapas, socos, chutes e até golpes com um cabo de vassoura. A cena gerou revolta e preocupação nas redes, e mobilizou autoridades em todo o estado.

As primeiras apurações indicam duas possíveis motivações para o caso: um “desafio” promovido por grupos na internet, ou a ação de uma facção criminosa, hipótese que também está sendo considerada pelas autoridades. A Polícia Judiciária Civil já iniciou as investigações.

Para o parlamentar, a violência é inaceitável sob qualquer hipótese, e exige uma resposta imediata das instituições. “É inaceitável esse tipo de ocorrência e a apuração deve ser feita pela Secretaria Estadual de Educação e também pela Polícia Judiciária Civil. Mas é necessário, ainda, um trabalho de orientação dos jovens para que não normalizem a violência como forma de resolver conflitos e para que compreendam as consequências de seus atos. A escola deve ser um espaço seguro, de aprendizado e respeito e cabe a toda sociedade garantir isso”, afirmou Chico Guarnieri.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

O deputado defende que, além da responsabilização dos envolvidos, é fundamental fortalecer ações preventivas, de educação e conscientização dentro das escolas e das famílias, evitando que episódios como este voltem a ocorrer. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) também foi acionada para acompanhar o caso.

 

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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