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Circuito Rural

As previsões para as safras de milho e soja e os efeitos da chuva pós-queimadas são destaques

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USDA projeta diminuição na safra brasileira de milho. A previsão do departamento de agricultura norte-americano é de que o Brasil colha 126 milhões de toneladas de milho na safra 2025, um milhão a menos que a projeção da semana passada.

Já a CONAB é mais conservadora em sua previsão e, em seu quinto levantamento da safra de grãos, projeta um volume de 122 milhões de toneladas de milho, somando as três colheitas do ano. São três milhões a mais que o levantamento do mês passado. O motivo? O atraso na segunda safra de milho em Mato Grosso em razão das chuvas.

Outra pauta do Circuito Rural desta sexta-feira, é a combinação negativa para o solo mato-grossense com as chuvas torrenciais. O autor da coluna, jornalista Olmir Cividini, observa que depois das perdas da camada protetora do solo provocadas pelas queimadas, é a vez das chuvas causarem danos, com erosões e compactação do solo.

Nessa mesma edição do Circuito Rural, Cividini destaca as previsões para a safra da soja 2024/2025.

Leia mais:  Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

Olmir Cividini é Bacharel em Comunicação Social pelo Instituto Várzea-grandense de Educação. Seus comentários estão disponíveis no Enfoque Business sempre às sextas-feiras.

Ouça o comentário na íntegra, no áudio a seguir:

 

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Circuito Rural

Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

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Coluna Circuito Rural destaca preocupação do agro com a segurança jurídica e os efeitos da volta da China ao mercado americano de soja.

A coluna Circuito Rural desta sexta-feira (18), do jornalista Olmir Cividini, começa com uma análise crítica do julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (16), classificado pelo comentarista como “patético”.

Segundo Cividini, entidades do setor manifestaram preocupação com o ambiente institucional e os possíveis reflexos de uma crise no Supremo sobre a segurança jurídica no país. Para o agro, regras claras e previsíveis são fundamentais para garantir investimentos, produção, emprego e renda.

A coluna lembra que decisões do STF sobre marco temporal, direito de propriedade, conflitos fundiários e legislação ambiental podem interferir diretamente na atividade rural e no patrimônio dos produtores. Na avaliação do jornalista, a instabilidade institucional deixa de ser apenas uma questão política ou jurídica e passa a representar também um risco econômico.

Na sequência, o comentário aborda a retomada das compras de soja dos Estados Unidos pela China, justamente no início do plantio da safra 2026/27 em Mato Grosso. Os chineses já teriam contratado quase 9 milhões de toneladas da próxima temporada americana, movimento que ajudou a elevar as cotações da oleaginosa em Chicago.

Leia mais:  Incertezas e política no STF e compras chinesas de soja dos EUA ampliam cautela do produtor

A valorização é positiva para a formação dos preços no Brasil, mas também aumenta a concorrência pelo maior mercado consumidor mundial. Até julho, 72% da soja importada pela China tinham origem brasileira.

O Rabobank alerta que a entrada da soja americana e a possibilidade de novas vendas dos Estados Unidos aos chineses podem limitar as exportações brasileiras no quarto trimestre. Por isso, o produtor mato-grossense inicia a safra com atenção redobrada a quatro fatores: chuva, produtividade, custos e comportamento da China.

Ouça o Circuito Rural na íntegra:

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