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XI Jornada Técnica contou com debates sobre agricultura digital, gestão de propriedades e perfil profissional

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Agricultura inteligente, biotecnologia, evolução de processos, deep learning… Autonomus Farming! A obtenção do melhor rendimento com a maior economia, as decisões assertivas na gestão da propriedade rural. O profissional de Agronomia para o mercado atual, sua comunicação e relacionamento.

Toda esta gama de assuntos fez parte do ciclo de palestras da programação de dois dias (sexta, 14, e sábado, 15) da 11ª Jornada Técnica, na Estação Experimental da Agrodinâmica, em Deciolândia. Todas as palestras, ao final, contaram com espaço para perguntas e questionamentos e, também, debates.

Gestão

Além do painel sobre o panorama das doenças da soja, outras palestras foram atração para o público presente na jornada. Na sexta-feira, o Senar-MT – um dos patrocinadores do evento – abordou o tema “Gestão de Propriedades Rurais”, com o instrutor Roberson Passos.

Passos: Boa gestão se caracteriza pelo planejamento, organização, controle financeiro e investimentos em tecnologias operacional e administrativa.

 

Nesta exposição, Passos falou sobre as boas práticas de gestão apontadas pelo Senar-MT. Segundo o palestrante, a boa gestão na propriedade rural se caracteriza pelo melhor planejamento e pela organização e controle financeiro, pelos investimentos em tecnologias operacional e administrativa.

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Estes fatores são essenciais para o produtor na tomada de decisões e, consequentemente, no melhor gerenciamento das atividades. O objetivo da boa gestão é maximizar a produção com o menor custo possível, potencializando negócios e alcançando os melhores resultados financeiros.

Digital

Ainda na sexta, o especialista da Esalq/USP, Leandro Gimenez, discorreu sob o tema “Agricultura Digital – Desafios e Oportunidades – Um Olhar Crítico”.

A palestra de Gimenez mostrou aos presentes que a tecnologia é uma realidade na agropecuária. É o resultado da revolução tecnológica e da pesquisa, que levam a novas e mais evoluídas variedades, à agricultura de precisão, ao aumento da produtividade, à automação e à conectividade no campo.

Gimenez mostrou aos presentes que a tecnologia é uma realidade na agropecuária.

Os processos nas propriedades rurais já alcançam níveis de evolução inimagináveis há poucos anos, com máquinas e estruturas administrativas conectadas ao conceito de ‘big data’ e à computação em nuvem. Novas variedades criadas através da pesquisa amparada pela tecnologia alcançam maior produtividade e, consequentemente, a escala na produção. Neste ordenamento tecnológico, também se inserem os aspectos gerais de gestão e comercialização da produção, onde também se encaixam as blockchains e criptomoedas.

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O especialista da Esalq/USP esclareceu ao público da Jornada Técnica os conceitos de Agricultura 3.0 e Agricultura Inteligente – ou 4.0 – (precisão e conectividade), biotecnologia (processos biológicos para obtenção de bens), deep learning (aprendizado de máquina e IoT – internet das coisas), autonomus farming (fazendas inteligentes e processos autônomos), entre outros. Cada conceito abordado se insere no contexto da contínua evolução de processos verificada nas propriedades rurais.

Perfil

As palestrantes do estado do Paraná ministraram uma palestra conjunta que valeu como capacitação aos presentes.

No sábado, além da abordagem sobre doenças da soja, a atração ficou por conta da palestra “Perfil do Profissional de Agronomia para o Mercado de Trabalho”, ministrada pelas psicólogas e especialistas em Gestão de Pessoas, Andressa Fascina da Rocha e Mariusa Aparecida Zago, da Unicampo, de Maringá-PR.

As palestrantes do estado do Paraná ministraram uma palestra conjunta que valeu como capacitação aos presentes. A compreensão do mercado de trabalho, a elaboração de currículos, posturas e comportamentos estiveram em pauta na exposição. Ética, competências, comunicação, relacionamentos e o autoconhecimento também integraram a abordagem.

As palestras do sábado foram acompanhadas por cerca de 400 professores, acadêmicos e estudantes de cursos técnicos.

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Cidades & Geral

Setor de eventos reivindicará retorno às atividades em reunião nesta 2ª com Executivo

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Há 10 meses com atividades suspensas em razão da pandemia do novo coronavírus, a classe de produtores de eventos, proprietários de casas de shows, cantores, músicos, seguranças e outros profissionais que atuam no setor deflagraram uma mobilização, com abaixo assinado (imagem acima), para retornarem ao trabalho.

Cerca de 400 pessoas já assinaram o pedido petição e declararam apoio ao movimento, principalmente nas redes sociais. (Ao final do texto, link para participar do abaixo assinado)

Os eventos não são autorizados desde abril do ano passado (à exceção do mês de dezembro, quando houve flexibilização) e os empresários e profissionais que atuam nesse segmento sentem fortemente a crise, já que estão há quase um ano sem trabalho e, por consequência, sem rendimento.

Para tentar reverter o quadro, representantes da categoria terão uma reunião ao final da tarde (18hs) da próxima segunda-feira (15) com o prefeito Vander Masson e as autoridades sanitárias do município.

O objetivo é sensibilizar o poder público e pleitear o retorno às atividades, obedecendo as normas da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar o contágio. “Somente nosso setor não voltou a trabalhar e precisamos retomar nosso trabalho. O setor sofre com esta paralisação e os prejuízos já são grandes. Há demissões, uma situação muito difícil”, disse o representante da categoria, Maurício Escobar, em áudio enviado a uma emissora de rádio da cidade.

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Segmento

Segundo a organização do movimento, o setor reúne mais de 1.000 profissionais, entre trabalhadores diretos e indiretos. Além dos proprietários dos estabelecimentos, o setor congrega músicos, garçons, seguranças, atendentes de copa e bilheteria, profissionais de sonorização e iluminação, decoração, limpeza, jardinagem e serviços em geral, contadores, além de engenheiros para projetos.

A atividade gera impostos e outros tributos nas esferas municipal e estadual e, também, gera renda no setor de comércio e serviços e até mesmo na mídia, com anúncios e propaganda. “A pessoa que vai na balada gasta com roupas, calçados, barbearia, salão de beleza, combustíveis, transporte… Quando tem shows nacionais, atrai pessoas de outras cidades, e aí tem renda para hotéis, restaurantes, enfim…”, observa Dj Djalma, que também está à frente da mobilização.

Comparações

Movimento numa noite de sexta-feira em Tangará da Serra: Com locais de eventos fechados, avenida passou a ser opção.

No áudio veiculado ontem (sexta, 12) na imprensa, Maurício Escobar faz uma comparação com outros segmentos, como a Feira do Produtor e os supermercados. “Não podemos realizar nossos eventos, mas a Feira do Produtor está sempre cheia, com aglomerações. Nada contra a feira, que é uma tradição na cidade, mas é algo a ser pensado. E nos supermercados? Aos sábados estão sempre lotados…”, disse, questionando se há fiscalização quanto ao cumprimento da norma que estabelece apenas metade da capacidade de lotação nestes estabelecimentos.

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Sobre as aglomerações, Escobar destacou no mesmo áudio que as pessoas acabam procurando outros locais – como a Avenida Brasil – porque os estabelecimentos de eventos não podem funcionar.

O Executivo não se manifestou sobre a reunião, que está confirmada pela assessoria e acontecerá no auditório da prefeitura, às 18hs de segunda-feira.

Link para participar do abaixo-assinado: http://chng.it/76RvjtDGqq

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