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Viação Juína assume como concessionária do transporte intermunicipal de Tangará e região

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), convocou outras duas empresas no processo licitatório de concessão do Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros de Mato Grosso, especificamente dos Mercados Intermunicipais de Transporte de Passageiros (MIT) que atendem as regiões São Felix do Araguaia, Cáceres e Tangará da Serra. O prazo de concessão é de 20 anos.

Foram convocadas as empresas Expresso Satélite Norte Ltda, que assume apenas um mercado, e a Viação Juína Ltda, que assume os outros dois.  Com essa convocação, o Governo regulariza cinco mercados do Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros de Mato Grosso e conclui o processo licitatório em andamento para concessão desses mercados.

A empresa Expresso Satélite Norte Ltda será responsável pelo mercado de São Felix do Araguaia na categoria diferenciada (MIT 4 – Lote II), com linhas que atendem apenas as cidades-polo, ou seja, os municípios de Confresa, Ribeirão Cascalheira e Vila Rica.  A empresa substitui a Viação Araés Ltda, que opera em caráter emergencial.

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Já a Viação Juína Ltda assume os mercados de Cáceres e Tangará da Serra, em substituição à empresa Lugar Viagens e Turismo, que opera atualmente. Em Cáceres, a Viação Juína Ltda passa a ser oficialmente responsável pela categoria diferenciada (MIT 5 – Lote II), com linhas que atendem as cidades-polo de Araputanga, Comodoro, Pontes e Lacerda, São José dos Quatro Marcos, além de Cáceres.

Em Tangará da Serra, a Viação Juína Ltda assume a categoria básica (MIT 6 – Lote I), que atende as cidades polos de Aripuanã, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Juína e Tangará da Serra, além de outras 16 cidades que compõe a região/mercado intermunicipal.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, com a conclusão da licitação para concessão desses mercados o Governo vai regularizar em definitivo o Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal e pôr fim à atuação de empresas de transporte coletivo que prestam o serviço de forma precária e sem a devida fiscalização.

“Mato Grosso está dando um passo histórico com a conclusão desse processo, que muitos estados iniciam e não conseguem concluir em razão da complexidade. É uma licitação que vai trazer benefícios aos usuários do transporte, com segurança no ir e vir desses usuários, já que as empresas têm, como uma das obrigações, investir no transporte de qualidade”, disse.

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Centro de Eventos: Ajustes no projeto e divergência forçaram paralização; Obras prosseguem

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A paralisação verificada esta semana nas obras do Centro de Eventos, em Tangará da Serra, foram motivadas por ajustes no projeto e divergência funcional. Uma equipe de técnicos, com um engenheiro, esteve ontem na cidade para regularizar as duas situações e dar prosseguimento às obras.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Wellington Rondon, a equipe informou que a cobertura será toda pré-moldada, com fabricação das estruturas em Cuiabá. “Houve ajustes no projeto e começaram a fabricação”, disse o secretário, conforme as informações que recebeu.

Equipe da empreiteira responsável pelas obras avalia adequações no projeto do Centro de Eventos (Foto: SEDEC/SEADTUR).

Outro problema que forçou a paralisação temporária das obras – segundo informações repassadas pelo secretário de Indústria e Comércio do município, Silvio Sommavilla – diz respeito a divergências funcionais com um colaborador, que acabou sendo substituído pela empreiteira.

Obra

O Centro de Eventos de Tangará da Serra está sendo construído pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da SEDEC/SEADTUR, com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (PRODESTUR), via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Novela

Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, o Centro de Eventos de Tangará da Serra teve suas obras paralisadas por diversas vezes, seja por ineficiência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos das empreiteiras.

Desta vez, a paralisação foi motivada por necessidade de ajustes no projeto, mas terão continuidade.

Estrutura

O Centro de Eventos representará uma nova fase para Tangará e região no turismo de negócios. Os grandes eventos voltados a qualquer setor (agropecuária, indústria, tecnologia, serviços, educação, meio ambiente, etc.) proporcionarão fluxos importantes de visitação aos pontos turísticos existentes no município.

Com uma área física projetada de 3,8 mil metros quadrados e capacidade para comportar até oito eventos simultâneos, o Centro de Eventos terá estrutura interna com ilhas de WC, cozinha, varanda de serviços, depósitos, dependência administrativa, área para carga e descarga e espaço para câmara fria. Haverá, também, uma área externa de 9 mil metros quadrados para eventos como o Carnaval e outros de grande porte. O estacionamento contará com cerca de 450 vagas.

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A gestão do espaço e a captação de eventos deverá ser de responsabilidade um ‘convention bureau’, espécie de autarquia formada por representantes do trade turístico e do poder público.

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