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Vander garante a Mendes área para Hospital Regional; Centro de Eventos será retomado

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Depois de várias tentativas e ensaios, parece que finalmente o Hospital Regional de Tangará da Serra sairá do papel. Ao menos é esta a expectativa criada durante reunião entre o prefeito Vander Masson (PSDB) e o governador Mauro Mendes (DEM), ontem, em Cuiabá. O encontro teve a participação do deputado estadual Doutor João (MDB).

Em entrevista coletiva, Vander disse que ouviu do governador a solicitação de uma área de 60 mil m² para as obras da unidade hospitalar, custeadas integralmente pelo Estado. Um bom sinal é que o município já conta com um espaço de 40 mil m², localizado nas proximidades do Cristo Redentor, junto à rotatória de confluência das avenidas Tancredo de Almeida Neves e Inácio Bittencourt (foto acima). “Vamos comprar mais 20 mil m², ao lado”, disse o prefeito, afirmando que já encaminhará pedido de autorização da compra à Câmara de Vereadores.

Segundo o gestor municipal, o governador pediu pressa na disponibilização da área. “Pedimos 60 dias de prazo, mas ele desafiou e pediu para 30 dias”, relatou Vander.

Reunião aconteceu ontem, no Palácio Paiaguás, na capital.

Um técnico da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) deverá estar em Tangará da Serra amanhã (sexta, 30) para vistoriar a área disponibilizada pelo município.

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É comum, entre município e estado, que o Hospital Regional deve ser uma estrutura exclusiva para atendimento de média e alta complexidades a pacientes de uma região pré-determinada, sem que a estrutura se torne viciada apenas no atendimento local. Ou seja, a regulação de pacientes deve obedecer, rigorosamente, o caráter regional da estrutura, o que teria como resultado a redução do atual gargalo existente no sistema público da capital.

Dessa forma, fica descartada a possibilidade de utilização da estrutura do Centro Hospitalar Municipal de Tangará da Serra para abrigar o Hospital Regional, ainda que provisoriamente.

Centro de Eventos

Prefeito Vander Masson falou sobre reunião com Mendes em coletiva, na manhã desta quinta.

Na reunião entre o prefeito e o governador também foi discutida a retomada das obras do Centro de Eventos de Tangará da Serra. “O governador disse que o centro de eventos de Barra do Garças teve obras retomadas e determinou a retomada do centro de eventos daqui de Tangará”, disse Vander Masson.

As frustrações relacionadas às obras, porém, tem sido frequentes em Tangará da Serra. Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, as obras foram paralisadas por diversas vezes, seja por incompetência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos da empreiteira.

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Senador quer saída da Odebrecht do quadro da Rota do Oeste para garantia do ‘plano de cura’

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Em reunião com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) defendeu a exclusão da Odebrecht do controle acionário da Rota do Oeste, empresa concessionária responsável pela BR-163. No encontro, realizado nesta terça-feira (11), o parlamentar recebeu informações sobre o “plano de cura” do contrato, que estabeleceu novos prazos para a conclusão das obras da rodovia, que já deveriam estar prontas.

Fávaro destacou que a manutenção da Odebrecht no quadro societário da Rota do Oeste pode impedir a realização de operações de crédito e inviabilizar o repasse de recursos para que as diversas obras de infraestrutura previstas no contrato de concessão enfim saiam do papel. “Fiz esta recomendação porque entendo ser necessário sangue novo neste contrato, já que o ‘plano de cura’ vai salvar o contrato. Não podemos correr o risco de ter uma empresa velha, contaminada no mercado, que atrapalhe a concessão de créditos e de novo a rodovia passe a não ter obras”.

Fávaro: Não podemos correr o risco de ter uma empresa velha, contaminada no mercado, que atrapalhe a concessão de créditos e de novo a rodovia passe a não ter obras”.

O senador explicou que, em paralelo com o chamado “plano de cura”, tramita um processo de caducidade, ou seja, o rompimento do contrato por não cumprimento das cláusulas previstas. “Neste momento, tudo indica que será possível salvar o contrato, mas se este salvamento não ocorrer, poderemos seguir com a caducidade”. Para o parlamentar, não há nenhuma outra possibilidade que não assegure a realização das obras, seja com o contrato de concessão vigente, ou com um novo acordo.

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A ANTT se manifestou de forma favorável ao plano apresentado pela Rota do Oeste, prevê a troca do controle acionário e entrada de novo investidor para continuidade das obras, com investimentos da ordem de R$ 3,2 bilhões nos próximos cinco anos. “Espero que tudo isso se concretize de forma rápida, porque enquanto isso não ocorre, perdemos amigos, familiares, trabalhadores, vítimas da ausência das obras, necessárias para darmos segurança a todos”.

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