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TratorTecMaq e Teejet: Pulverização bem feita é produtividade certa e dinheiro na conta

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“Depois de uma temporada marcada pela crise climática e déficit hídrico, o estado tende a produzir soja em um patamar melhor na safra 2024/25”. A projeção é do presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber.

E agora, nesse período em que o produtor se prepara para iniciar mais uma jornada produtiva, com o início do plantio da soja projetado para setembro, é o momento de pensar no bom andamento da temporada. E uma boa temporada inclui a pulverização da lavoura.

Uma aplicação bem feita, com os produtos e equipamentos certos, garante a proteção da lavoura contra pragas e doenças, a correta disponibilização de nutrientes e uma diferença altamente positiva na conta do produtor rural.

A aplicação representa uma fatia importante do custo da produção e compreende um dos principais fatores para um bom resultado na produção.

A TratorTecMaq é distribuidora exclusiva Teejet para toda a região sudoeste de Mato Grosso. A Teejet tem sido, safra após safra, o grande diferencial para a boa produtividade nas lavouras da região, em especial na dessecação e no pós-emergente.

Nestes trabalhos, destacam-se as pontas modelos AIXR (com indução de ar para aplicações de pré-plantio e dessecação), TTTJ e TT. Na aplicação de fungicidas, os destaques ficam por conta das pontas TXA (cone vazio, para inseticida e fungicida).

A atuação direta da TratorTecMaq com os produtores também faz a diferença. “Estamos presentes no campo para saber o que o produtor quer. Esta proximidade é fundamental, e a Teejet nos garante vantagens ao cliente, como precisão, eficiência, maior cobertura, menor coeficiente de variação, durabilidade”, diz Alfredo Acácio Nuernberg, diretor da empresa.

Estoque e bons preços são os diferenciais da TratorTecMaq em tecnologia de aplicação.

Alfredo destaca a que para uma perfeita pulverização, é preciso observar detalhes  sobre os componentes do pulverizador e sua manutenção, passando pelos tipos de bico, regulagem, calibração, cultura e área a receber a aplicação, condições meteorológicas, deriva, entre outras informações. “É preciso saber o que é prioridade em cada situação. Temos estoque e os melhores preços”, acrescentou.

Correto ajuste do equipamento e a renovação constante das pontas de pulverização garantem economia e uniformidade na aplicação do produto.

Já o consultor de vendas Éder Lúcio destaca que a observância de condições adversas, o correto ajuste do equipamento e a renovação constante das pontas de pulverização garantem economia e uniformidade na aplicação do produto, além de evitar agressões ao meio-ambiente. “A aplicação representa uma fatia importante do custo da produção e compreende um dos principais fatores para um bom resultado na produção”, concluiu o profissional.

Contato

Venha conhecer esta tecnologia na TratorTecMaq, com preços e condições especiais e atendimento diferenciado. A loja fica na Avenida Lions Internacional, nº 1.907-W, em Tangará da Serra/MT. Telefones (65) 3325-0205 e +55 (65) 9 9987-4408. A TratorTecMaq tem preço e condições. Atendimento personalizado.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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