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Cidades & Geral

Termômetros marcaram 44°C no sábado; Semana deverá ter menos calor, sem chuvas e umidade abaixo dos 10%

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A onda de calor que se abateu sobre o estado na semana que passou fez os termômetros baterem recordes no último sábado (29). As previsões da meteorologia para a semana que se inicia indicam a manutenção do calor, mas em temperaturas menores.

Em Tangará da Serra, a máxima ocorreu na tarde de sábado, quando foram registrados 44 graus por volta das 14h40. O calorão castigou também na noite de sábado para domingo. Eram 18h40 quando o termômetro instalado no pátio da Unimed, em Tangará da Serra, indicava 31 graus celsius. (Foto acima, de autoria de Amanda Reichert)

Para a semana, os sites de meteorologia indicam a manutenção do calor, porém não tão intenso, com máximas entre 34 e 38 graus celsius e mínimas entre 21 e 23°C. A secura segue castigando, com a umidade relativa do ar em níveis críticos, podendo ficar abaixo dos 10% nesta segunda-feira (31).

O calorão, porém, deverá retornar a partir de sexta-feira (04.09), com temperaturas máximas acima dos 40°C. Não há previsão de chuvas no período.

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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