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Saúde Pública

Tangará da Serra tem o maior percentual de cura de Covid-19 entre os principais municípios de Mato Grosso

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É de Tangará da Serra o mais alto índice de cura entre os pacientes acometidos pela Covid-19 nos principais municípios de Mato Grosso. O levantamento é do Enfoque Business, com base nos boletins de ontem (segunda, 08) das secretarias de saúde dos municípios.

(Quadro ao final da matéria. Gráfico na sequência)

De acordo com o boletim da última segunda-feira (08/06), Tangará da Serra tem 139 pacientes recuperados entre os 176 casos confirmados da doença, o que representa praticamente um índice de cura de 79%, o mais alto entre os maiores municípios de Mato Grosso.

Gráfico comparativo do índice de recuperados (Enfoque Business)

Depois de Tangará da Serra, o índice mais alto é de Nova Mutum, com quase 63% de cura. Cuiabá, a capital, tem um índice baixo de recuperados – 27% -, se comparado com os quatro municípios com o maior índice: Tangará da Serra, Nova Mutum, Sorriso e Sinop.

Estes quatro municípios de Mato Grosso tem seus percentuais de cura da Covid-19 acima dos índices estadual e nacional, respectivamente 34% e 43%.

O município de Cáceres não disponibilizou as informações sobre curados.

Índice de infecção

Quanto ao índice de infecção por cada grupo de 10 mil pessoas, o menor índice entre os principais municípios do estado pertence a Cáceres, que possui 05 infectados em cada grupo de 10 mil habitantes (veja quadro abaixo, na última coluna).

O maior índice entre os principais municípios mato-grossenses é de Primavera do Leste. O município do sudeste de Mato Grosso tem uma população de 60 mil habitantes e 193 casos confirmados da doença, perfazendo um índice de infecção de quase 32 pessoas em cada grupo de 10 mil moradores.

Tangará da Serra situa-se numa faixa intermediária nesta estatística, com um índice de infecção de 16,92 pessoas acometidas pela doença por cada 10 mil habitantes.

A título de comparação, o índice de infecção de Mato Grosso é de 12,19 e o do Brasil é de 32,87.

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Saúde Pública

Mato Grosso já tem quatro casos confirmados de intoxicação por metanol, com um óbito

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) confirmou mais três casos de intoxicação por metanol em Mato Grosso, um em Várzea Grande e dois em Itanhangá. Com as novas confirmações, o Estado soma quatro casos registrados de intoxicação pela substância.

Os pacientes de Itanhangá são um rapaz de 26 anos e sua sogra, de 42 anos, que consumiram whisky. Ele teve sintomas como vômito, náuseas, dor torácica, tontura e dificuldade para respirar, mas já recebeu alta. Já a outra paciente apresentou vômito, náuseas, fadiga, perda progressiva da visão e dificuldade de caminhar; ela continua internada em estado grave. O caso registrado em Várzea Grande evoluiu para óbito.

A vítima é uma mulher de 30 anos que, no início desse mês, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ela teria consumido cerveja e whisky antes de passar mal, com náuseas e vômitos.

Medidas

Bebidas destiladas estão entre as de maior risco ao consumidor. Garantia de procedência é fundamental para segurança.

A SES-MT recomenda que as pessoas não consumam bebidas alcoólicas dos lotes listados em comunicação de risco ou de procedência duvidosa; verifiquem rótulo, lote e data de fabricação; e denunciem locais que comercializem produtos suspeitos pelos canais oficiais, como o Fale Cidadão – Ouvidoria do Estado de Mato Grosso.

Já o governo federal informa que intensificou o combate à falsificação de bebidas após casos de intoxicação por metanol. As ações incluem: aumento das penas — agora de 6 a 12 anos, chegando a 15 em caso de morte e podendo ser crime hediondo; operações conjuntas de fiscalização entre polícias, Procon e vigilâncias; criação de comitês e parcerias com estados e setor privado; suspensão do cadastro de estabelecimentos que vendem produtos adulterados; canais de denúncia para consumidores; e discussão sobre a retomada de um sistema nacional de rastreabilidade. As medidas buscam prevenir fraudes e proteger a saúde pública.

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