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Saúde Pública

Tangará da Serra tem média diária de 14 novos casos de Covid-19; Junho teve 310 dos 373 registros totais

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O mês de junho tem apresentado um ‘boom’ da pandemia do novo coronavírus em Tangará da Serra, no estado e no país. Os números do contágio saltaram de tal forma que, no caso do município, os registros foram multiplicados por cinco.

De acordo com o boletim divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus, Tangará da Serra contabiliza 373 casos desde o primeiro caso da doença na cidade, em 01 de abril. (Veja quadro com gráfico na sequência)

Numa comparação com o mês de maio – que fechou com 63 casos confirmados – houve 310 novos registros, o que significa uma média de 14 novos casos por dia e um incremento assombroso de 492% somente nestes 22 dias de junho.

A progressão da doença em Tangará da Serra é mais alta que as evoluções da pandemia em todo o Mato Grosso (305% em junho) e no Brasil (110% no mesmo mês).

Por outro lado, em meio a estes números que preocupam no município, fatos positivos são o bom índice de recuperados (297 curados = 79,6%) e a baixa taxa de letalidade (03 óbitos = 0,80%). Estes índices positivos de Tangará da Serra superam os do estado (respectivamente 33,9% e 3,8%) e no país (50,6% e 4,7%).

Estado

Em Mato Grosso, a pandemia também recrudesceu de maneira preocupante. O estado, que fechou o mês de maio com 2.413 casos, desponta em 21 de junho com 9.776 registros da doença (quadro e gráfico acima).

São 7.363 novos casos confirmados somente este mês (média de 350 novos casos por dia), o que corresponde a um aumento de 305% no contágio em relação a maio.

Os recuperados somam, em Mato Grosso, um contingente de 3.319 pacientes, o que corresponde a um índice de cura de 34%.

Quanto aos óbitos, o último boletim estadual apontou 370 fatalidades ocasionadas pelo doença, perfazendo uma taxa de letalidade de 3,8%. Até 31 de maio, os óbitos no estado somavam 63. Portanto, em junho as mortes por Covid-19 em Mato Grosso chegam a quase 15 (14,6) por dia.

País

Em nível nacional, a Covid-19 também registrou um avanço impressionante em junho. Enquanto em 31 de maio os casos de contágio somavam 514.992, em junho os acometidos pela doença já somam (até 21/06) 1.085.038 (quadro e gráfico acima)

Ou seja, neste mês de junho, até ontem (domingo), o país registrou 570.046 novos casos, numa média de 27.145 novos registros diários. Em relação a maio, este avanço da doença significou 110%.

Os óbitos, que hoje somam 50.617 fatalidades, perfazem uma taxa de letalidade de 4,7%. Por outro lado, o índice de recuperados é de 549.386, equivalente a 50,6%.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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