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Saúde Pública

Covid-19: Tangará da Serra supera barreira dos 1.000 casos; Internados somam 21, dez deles em UTI

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Boletim epidemiológico divulgado na tarde desta quinta-feira pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus mostra que Tangará da Serra soma 1.017 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Os números do revelam que o município teve um aumento de 70% nos casos de Covid-19 nestes nove dias de julho. Ou seja, são 420 novos casos desde o dia 1º, perfazendo uma m´dia de quase 47 novos registros (46,6) diários da doença.

Por outro lado, são 777 os pacientes que se recuperaram da infecção pelo vírus, o que representa um bom percentual de 76%, performance bem acima dos percentuais de cura estadual (47%) e nacional (59%).

Internados

Entre os 229 pacientes com o vírus ativo, 208 estão em isolamento domiciliar e 21 estão internados. Entre os hospitalizados, 10 estão em UTI (seis em UTI pública do município e 04 em particulares) e 11 estão em enfermaria (08 públicas e 03 privadas).

Os óbitos somam 11. Não há nenhum paciente internado com suspeita de covid-19.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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