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Tangará da Serra: IBGE apura PIB de R$ 3,014 bi em 2017, com redução no índice per capita

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta sexta-feira (13) o tradicional estudo anual do Produto Interno Bruto dos municípios. Os números apurados são da atividade econômica do ano de 2017, sendo oficiais para todos os municípios do Brasil.

Em Tangará da Serra, o PIB apurado foi de R$ 3.014.931.040, representando um crescimento de apenas 1,5% em relação ao PIB do ano anterior, que foi de R$ 2,969 bilhões. O PIB de 2017 de Tangará da Serra está setorizado no Comércio e Serviços (R$ 1,364 bi, sendo este o principal setor da economia local, com 45% de participação), Administração e Setor Público (R$ 558,9 milhões), Indústria (R$ 423,4 mi), Agropecuária (R$ 298,7 mi) e Impostos e Subsídios (R$ 369,3 mi). Abaixo, tabela e gráfico elaborado pelo Enfoque Business desta divisão por setor.

PIB Per Capita

A variação do PIB entre 2016 e 2017 apontou uma leve redução do PIB per capita de Tangará da Serra. Enquanto em 2016 o PIB per capita dos tangaraenses era de R$ 30.682,81, em 2017 este número caiu ligeiramente par R$ 30.506,85 (0,57% menor). A razão para esta variação negativa é o aumento populacional maior em comparação ao crescimento da economia.

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Estimativa

O PIB de 2017 revelado pelo IBGE ficou aquém (4,5%) do previsto pelo Portal Enfoque Business, que estimou o PIB global tangaraense em R$ 3,152 bilhões. O portal levou em consideração a variação orçamentária entre 2016 e 2017 para estimar o PIB do município.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

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As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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