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Infraestrutura & Logística

Tangará da Serra: Em pauta na Câmara, projeto de Lei prevê aquisição de áreas para aeroporto

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A Câmara Municipal de Tangará da Serra dá início nesta terça-feira (24), durante sessão ordinária, à tramitação do projeto de lei 115/2019, que trata de abertura de crédito especial para custeio de ampliação da área do aeroporto a partir de aquisição de área anexa. A matéria foi protocolada pelo Executivo Municipal na secretaria geral da Câmara com pedido de tramitação em regime de urgência especial e poderá compor a ordem do dia da sessão plenária já para votação.

Câmara Municipal aprecia PL 115/2019, que poderá compor a ordem do dia da sessão desta terça-feira.

As áreas foram declaradas de utilidade pública através do decreto municipal nº179, de agosto último. O investimento proposto pelo município é de R$ 3.051.298,45, segundo laudo técnico de avaliação emitido pela Secretaria Municipal de Planejamento, para aquisição de oito áreas que totalizam pouco mais de 28 hectares. A aquisição, subsidiada por superávit financeiro, observará o disposto na Lei 8.666/93 (Licitações), com o devido processo de dispensa de certame licitatório.

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No teor do projeto, o Executivo Municipal alega necessidade de urgência na tramitação da matéria em razão de já haver empresa contratada com ordem de serviço emitida pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (SINFRA-MT) para construção de mureta para cerca operacional, uma exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Importância estratégica

Considerado como fundamental instrumento de logística para impulsionar a economia do município, o aeroporto municipal – que leva o nome do pioneiro Joaquim Aderaldo de Souza – tem importância estratégica para toda a região polarizada por Tangará da Serra, que inclui cerca de 20 municípios que, juntos, somam 400 mil habitantes e um PIB que gira em torno dos R$ 20 bilhões. Com melhor estruturação física, o aeroporto servirá, especialmente, de atrativo para investimentos privados.

Projeto do aeroporto de Tangará da Serra: Contingenciamento no governo federal em gestões passadas atrasou execução.

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Infraestrutura & Logística

Estradas: MTs 339 e 480 recebem trabalhos de manutenção e drenagem de águas pluviais

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As rodovias estaduais MT-339 e MT-480 recebem desde a semana passada trabalhos de melhoramentos. Enquanto na 480 os trabalhos consistem em reparos na pista (tapa-buracos) e manutenção dos taludes do trecho na serra, na 339 são instalados dispositivos de escoamento de águas e reforço nas laterais da estrada, com hidrossemeadura.

Dispositivos de escoamento de águas pluviais são instalados na MT-339.

Segundo informou o coordenador dos trabalhos, Edilson Sampaio, as obras de pavimentação da MT-339 estão paralisadas temporariamente em razão do período chuvoso. “Mas estamos aproveitando essa pausa para implementar algumas melhorias para o escoamento das águas das chuvas e outros trabalhos importantes para a qualidade da obra”, disse.

Edilson Sampaio (dir) coordena os trabalhos nas MT-339 e 480.

As obras da MT-339 estão em bom estágio, com pavimentação até a localidade da Curva da Santa, região do Assentamento Antônio Conselheiro, num total pavimentado de 23,5 quilômetros. A próxima etapa, após o período chuvoso, é seguir com os trabalhos de pavimentação até a ponte sobre o rio Sepotuba, na localidade de Nova Fernandópolis.

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Recuperação

Já na MT-480, que liga Tangará da Serra ao distrito de Deciolândia, os trabalhos são de manutenção da pista. Uma equipe coordenada pela Associação dos Produtores – entidade conveniada com o governo do Estado – realiza trabalhos de tapa-buracos, com fresa e selagem (foto acima).

Também há trabalhos preventivos nos taludes da serra, onde houve processos erosivos em razão das fortes chuvas, no final do ano passado.

Segundo Edilson Sampaio, os trabalhos realizados na serra são de reconformação (foto acima), técnica empregada para estabilização estrutural e que envolvem limpeza, revegetação, drenagem, instalação de canaletas, instalação de lonas, entre outras intervenções. “O objetivo é manter a estabilidade do trecho até que seja aplicada uma cortina atirantada, que é a solução definitiva”, finalizou.

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