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Saúde Pública

Surto de sarampo na Bolívia leva Ministério da Saúde a promover vacinação na fronteira

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Aconteceu no último sábado, uma ação de vacinação e vigilância contra o sarampo em cinco municípios de Mato Grosso que fazem fronteira com a Bolívia: Cáceres, Porto Esperidião, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Comodoro.

O objetivo da iniciativa foi aumentar a cobertura vacinal e evitar a reintrodução do vírus no Brasil após a detecção de surto de sarampo no país vizinho.

A Bolívia declarou Emergência Sanitária Nacional em 24 de junho devido ao aumento de casos da doença. Até 25 de junho, 63 casos foram confirmados no país vizinho. No Brasil, os casos registrados são importados, relacionados a viagens à Bolívia, e não comprometem a certificação de eliminação do sarampo concedida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, destacou que no Brasil não tem circulação do vírus, mas outros países da América do Sul já registraram mais de oito mil casos.

Gatti destacou que é muito importante que todas as pessoas de um a 59 anos procurem os postos de saúde para se vacinar.

A ação na fronteira aconteceu depois da Bolívia declarar Emergência Sanitária Nacional no dia 24 de junho devido ao aumento de casos da doença.

De acordo com o secretário de Saúde de Cáceres, Cláudio Donatoni, a ação é uma prevenção necessária diante do cenário no país vizinho.

Denatoni explicou que a medida representa uma antecipação de um possível surto, por conta do país vizinho já ter vários casos confirmados.

O aumento de casos no país vizinho acendeu o sinal de alerta em Cuiabá. Em junho, as medidas preventivas destacaram a importância da vacinação, especialmente para quem circula entre os dois países. Até o momento, porém, não há casos confirmados de sarampo em Cuiabá.

A recomendação é que todas as pessoas de 12 meses a 59 anos estejam vacinadas com as doses da Tríplice Viral ou Tetra Viral.

Até os 29 anos, são indicadas duas doses. Dos 30 aos 59, uma dose é suficiente para quem não foi vacinado.

O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação como a principal forma de proteger a população e impedir o retorno de doenças já controladas no país. A ação nas fronteiras é uma medida estratégica para garantir a saúde pública e evitar surtos de sarampo no Brasil.

(Com informações de Sapicuá RN)

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Saúde Pública

Mato Grosso já tem quatro casos confirmados de intoxicação por metanol, com um óbito

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) confirmou mais três casos de intoxicação por metanol em Mato Grosso, um em Várzea Grande e dois em Itanhangá. Com as novas confirmações, o Estado soma quatro casos registrados de intoxicação pela substância.

Os pacientes de Itanhangá são um rapaz de 26 anos e sua sogra, de 42 anos, que consumiram whisky. Ele teve sintomas como vômito, náuseas, dor torácica, tontura e dificuldade para respirar, mas já recebeu alta. Já a outra paciente apresentou vômito, náuseas, fadiga, perda progressiva da visão e dificuldade de caminhar; ela continua internada em estado grave. O caso registrado em Várzea Grande evoluiu para óbito.

A vítima é uma mulher de 30 anos que, no início desse mês, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ela teria consumido cerveja e whisky antes de passar mal, com náuseas e vômitos.

Medidas

Bebidas destiladas estão entre as de maior risco ao consumidor. Garantia de procedência é fundamental para segurança.

A SES-MT recomenda que as pessoas não consumam bebidas alcoólicas dos lotes listados em comunicação de risco ou de procedência duvidosa; verifiquem rótulo, lote e data de fabricação; e denunciem locais que comercializem produtos suspeitos pelos canais oficiais, como o Fale Cidadão – Ouvidoria do Estado de Mato Grosso.

Já o governo federal informa que intensificou o combate à falsificação de bebidas após casos de intoxicação por metanol. As ações incluem: aumento das penas — agora de 6 a 12 anos, chegando a 15 em caso de morte e podendo ser crime hediondo; operações conjuntas de fiscalização entre polícias, Procon e vigilâncias; criação de comitês e parcerias com estados e setor privado; suspensão do cadastro de estabelecimentos que vendem produtos adulterados; canais de denúncia para consumidores; e discussão sobre a retomada de um sistema nacional de rastreabilidade. As medidas buscam prevenir fraudes e proteger a saúde pública.

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