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Saúde Pública

Sobe para 40 o número de casos de Covid-19 em Tangará da Serra; Metade em três bairros

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Subiu para 40 o número de pacientes infectados pelo novo coronavírus em Tangará da Serra. A informação consta em boletim divulgado agora à tarde pelo Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento à doença no município.

(Veja quadro com os números ao final do texto)

Segundo o informativo, as notificações passaram de 315, ontem, para 347. Destas, 257 estão descartadas, enquanto 50 pacientes aguardam resultados dos exames.

Dos 40 casos confirmados, 22 pacientes evoluíram para cura. Outros 17 cumprem isolamento domiciliar e um paciente se encontra internado no Hospital Municipal. A maioria dos infectados – 21 – contraiu a doença por transmissão local, 10 foram contaminados por transmissão comunitária e 09 contraíram a doença em viagens (importada).

Estatísticas

Os seis novos casos representam um aumento de 17% no número de infectados. Dos 40 pacientes contaminados, 20 são de três bairros: Alto da Boa Vista, com 09; Cidade Alta, com 07; e Centro, com 04.

O número de infectados é igual entre os sexos (20 homens e 20 mulheres). A faixa etária com maior concentração de infectados é dos 31 aos 60 anos, com 33 pacientes no total, sendo 14 entre 31 e 40 anos; 12 entre 51 e 60 anos; e 07 entre 41 e 50 anos.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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