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Shopping Popular tinha 600 pontos de venda e não contava com seguro contra incêndio

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O incêndio que consumiu o Shopping Popular na madrugada desta segunda-feira (15), no bairro Dom Aquino, em Cuiabá, resultou em grandes prejuízos para cerca de 600 estabelecimentos entre lojas de roupas, sapatos, eletrônicos e restaurantes. O sinistro causou um clima de comoção na capital. Não há vítimas.

A Polícia Civil, através da 2ª Delegacia de Polícia, acompanha os trabalhos do Corpo de Bombeiro e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e já abriu investigações para apurar os fatos. Em princípio, a causa do incêndio seria uma falha no sistema elétrico.

A Polícia Civil requisitou exame técnico pericial do local, que serão realizados após encerramento total das atividades do Corpo de Bombeiros.

Imagens divulgadas na internet mostraram que, pelo menos meia hora do início do incêndio, as chamas se espalharam por toda a estrutura do complexo comercial. O espaço desabou após ser consumido pelo fogo.

O shopping, que possuía 10.051 m² de área construída, abrigava cerca de 600 lojistas.

O tenente-coronel Heitor Fernandes da Luz, do Corpo de Bombeiros, parte da estrutura foi construída com metal e isopor, o que contribuiu para que o fogo se espalhasse com mais rapidez.

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As mercadorias dos lojistas, como eletrônicos, perfumes e o gás utilizado nos restaurantes também contribuíram na propagação do incêndio.

No momento, a maioria dos focos de incêndio já foi extinta, mas o Corpo de Bombeiros permanece no local para realizar o rescaldo.

Segundo o órgão, o local tinha Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico Vigente.

Até o momento, não foi informado o valor do prejuízo.

Sem seguro

As primeiras informações deram conta de que o vigia do local tentou conter as chamas, mas não conseguiu e acionou os bombeiros.

O shopping, que possuía 10.051 m² de área construída, abrigava cerca de 600 lojistas. “Fui surpreendido com a ligação do que estava acontecendo no shopping. Estou até sem palavras. Nunca vi uma situação como essa. Neste momento, não sei nem o que falar”, disse Misael Galvão, presidente da Associação dos Camelôs, em entrevista, conforme publicado pelo Diário de Cuiabá.

De acordo com levantamento, no total, são 600 pessoas serão afetadas, diretamente, com a destruição do Shopping Popular.

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Ele revelou que o Shopping Popular não tem seguro e pediu ajuda da população e órgãos competentes. “A gente pede o apoio do Governo Estadual, Municipal, Federal e da sociedade, pois são muitas famílias aqui dentro… muitos pais de famílias que trabalham”, disse o líder dos comerciantes do local.

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

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Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

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A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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