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Cidades & Geral

Região de Tangará da Serra deverá receber cerca de 100 mm de chuvas até domingo

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Os próximos cinco dias deverão ser de bom volume de chuvas na região sudoeste de Mato Grosso. Segundo o portal Clima Tempo, o principal município da região – Tangará da Serra – deverá receber em torno de 100 milímetros de precipitações até o próximo domingo.

Volumes semelhantes deverão ser registrados nos demais municípios da região, como Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Diamantino e Santo Afonso. Na capital, Cuiabá, também está previsto, entre esta quarta-feira e o domingo, um volume entre 95 e 100 milímetros de chuvas. Algumas pancadas poderão vir acompanhadas de ventos (veja vídeo ao final da matéria).

As temperaturas no sudoeste variam entre mínimas de 21ºC e máximas de 34 graus. Na capital, as máximas chegam aos 35 graus celsius.

Chuvas deverão ser diárias em Tangará da Serra e região até o próximo domingo.

As chuvas, porém, deverão ser alternadas com períodos de sol, durante o dia, e céu aberto durante a noite. Esta alternância é positiva para as lavouras de soja, cujas colheitas deverão acontecer na segunda metade deste mês.

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Em Tangará da Serra, os reservatórios para abastecimento de água na ETA Queima Pé recuperam seus níveis normais, após estiagem severa vivenciada entre maio e outubro do ano passado. As chuvas, porém, representam riscos de alagamentos em alguns pontos da cidade, como na rua Júlio Martinez Benevides, trechos das avenidas Tancredo de Almeida Neves e da Ismael José do Nascimento.

 

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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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