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Saúde Pública

Região com polo em Tangará de Serra tem três municípios com ‘risco muito alto’ de contaminação; Outros 13 estão em ‘risco alto’

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta quinta-feira (09.07) o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 8) que 32 municípios do Estado – três deles na região polarizada por Tangará da Serra – configuram na classificação com risco “muito alto” para o novo coronavírus.

Na região, estes municípios são Tangará da Serra, Sapezal e Campo Novo do Parecis. Tangará soma 229 casos ativos (segundo boletim local) e Taxa de Crescimento da Contaminação (TCC) de 50%, sendo o único da região com casos ativos acima de 150. Sapezal tem 127 casos ativos e TCC de 58%, enquanto Campo Novo do Parecis soma 104 ativos  e TCC de 44%.

Veja o último boletim epidemiológico divulgado pela SES-MT acessando o link abaixo:

http://www.mt.gov.br/documents/21013/0/Boletim+Informativo+n%C2%BA+123/bcbab223-068f-6904-c41f-97b29da185bd

Ainda de acordo com informações contidas no boletim, os municípios que estão na classificação de risco “alto” para a disseminação do coronavírus na região polarizada por Tangará da Serra são: Alto Paraguai, Arenápolis, Barra do Bugres, Brasnorte, Comodoro, Denise, Diamantino, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nortelândia, Nova Olímpia, Porto Estrela e São José do Rio Claro.

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

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Saúde Pública

Lei prevê acesso a resultados de exames da rede pública por QR-Code em Mato Grosso

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Pacientes atendidos pela rede pública de saúde de Mato Grosso poderão consultar resultados de exames laboratoriais por meio de QR-Code. A medida está prevista na Lei nº 13.394/2026, que determina a disponibilização do código no protocolo entregue ao paciente no momento da coleta.

Pela legislação, caberá à Secretaria de Estado de Saúde (SES) exigir dos laboratórios a implantação e a adequação do sistema. O QR-Code deverá permitir o acesso digital ao laudo, por meio de celular ou outro dispositivo compatível, dispensando, nos casos em que o paciente optar pelo acesso eletrônico, a necessidade de retornar ao laboratório apenas para retirar o resultado impresso.

A medida também prevê a possibilidade de consulta dos laudos por profissionais de saúde, facilitando o acesso às informações durante o atendimento e reduzindo a necessidade de impressão dos documentos.

O acesso digital a resultados de exames, entretanto, não é uma novidade no setor de diagnóstico. Na rede privada, laboratórios de diferentes portes já disponibilizam laudos pela internet, por meio de portais, aplicativos e outros canais digitais. Algumas redes também oferecem serviços de armazenamento do histórico de exames e notificações por aplicativos de mensagens.

No caso da rede pública de Mato Grosso, a legislação estabelece a utilização do QR-Code como mecanismo adicional para acesso aos resultados. A adoção do sistema poderá reduzir deslocamentos dos pacientes e o uso de documentos impressos, desde que a infraestrutura necessária esteja disponível e o acesso digital seja efetivamente implementado pelos laboratórios.

A lei é de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD).

(Com informações de Assessoria)

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