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Infraestrutura & Logística

Reconhecimento: ZPE de Cáceres receberá nome de Engenheiro Adilson Domingos dos Reis

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O engenheiro civil Adilson Domingos dos Reis, falecido no último dia 04, terá seu nome imortalizado num dos principais complexos industriais da região Centro-Oeste do Brasil.

Em reunião (foto abaixo) de instalação da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), essa semana, foi aprovado o projeto de lei que formaliza o nome do engenheiro Adilson Domingos dos Reis para a Zona de Processamento e Exportação (ZPE) de Cáceres.

A aprovação foi uma propositura conjunta dos deputados Chico Guarnieri, Valmir Moretto e Júlio Campos, que compõem a comissão. O deputado Diego Guimarães participou de forma remota. “Ele (Adilson) lutou muito pela ZPE de Cáceres e fez com que ela fosse efetivada. Ele terá seu nome na ZPE, porque foi importantíssimo nesse projeto”, disse Guarnieri.

Chico Guarnieri: “Adilson lutou muito pela ZPE de Cáceres e fez com que ela fosse efetivada”.

Homem íntegro, de inteligência e sabedoria singulares, muito respeitado e de grande círculo de amizades, Adilson Reis gravou seu nome na História da região oeste de Mato Grosso. Rotariano honorário do Rotary Club de Cáceres, ex-superintendente do CREA-MT, Adilson foi profissional de engenharia atuante não apenas em trabalhos importantes relacionados à sua profissão, mas também na defesa da classe da engenharia civil. Foi, ainda, nome importante na galeria dos dirigentes da FIEMT – Federação das Indústrias de Mato Grosso.

Adilson teve papel fundamental na viabilização da ZPE de Cáceres.

Adilson era especialista em transporte aquaviário e hidrovias. Foi um dos principais entusiastas das operações no tramo norte da Hidrovia do Rio Paraguai, que em conexão com o rio Paraná e seus terminais portuários, forma a Hidrovia Paraguai-Paraná (HPP). Ele sempre dizia que o projeto da HPP, ao ser executado, mudará a realidade socioeconômica da macrorregião Oeste-Sudoeste de Mato Grosso, proporcionando a multimodalidade, favorecendo o escoamento da produção regional e impulsionando o desenvolvimento.

Adilson Reis presidia a Administradora da Zona de Processamento de Exportação de Cáceres (AZPEC). Ele foi o responsável pelas obras de construção da ZPE, bem como de sua estruturação organizacional.

Foi um dos fundadores da Agenda Regional Oeste (ARO), organização de natureza privada com escritórios em Cáceres e Tangará da Serra e que tem por objetivo, desde agosto de 2020, acompanhar as obras de integração logística e de desenvolvimento socioeconômico da macrorregião Oeste-Sudoeste de Mato Grosso, colaborando com a sociedade e os poderes constituídos no que for possível e necessário para que os trabalhos tenham continuidade e a devida celeridade.

(*) Assista ao vídeo a seguir:

https://www.al.mt.gov.br/midia/video/comissao-aprova-homenagem-para-engenheiro-em-zpe-de-caceres/visualizar

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Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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