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Economia & Mercado

Presidente do BC vê recuperação da economia “acelerada” e diz que pior da crise já passou

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O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Netto (foto), afirmou ontem (segunda, 06) que a economia brasileira iniciou um processo de retomada em ritmo mais acelerado do que o esperado. “Essa primeira fase da recuperação tem sido em V”, destacou.

“Os dados corroboram com a visão de que o pior já ficou para trás e a gente vai ter um crescimento. Esse início da volta ao crescimento tem sido de uma forma até relativamente acelerada”, avaliou ele. Entre os dados citados pelo presidente do BC, aparecem os recordes da balança comercial, o aumento da arrecadação, a alta do consumo de energia e o maior fluxo financeiro.

Para Campos Netto, o pior momento da crise causada pela pandemia do novo coronavírus já passou. “O pior ocorreu nas duas últimas semanas de abril e depois na primeira de maio. Os dados de junho estão relativamente fortes”, pontuou o presidente do BC.

Ele conta que o banco se antecipou ao movimento desde o surgimento do coronavírus na China. “O Banco Central do Brasil foi o primeiro do mundo a fazer um grande movimento de liberação de compulsórios já na primeira semana de março, antecipando que teríamos um problema mais prolongado”, disse.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

Ele conta que o banco se antecipou ao movimento desde o surgimento do coronavírus na China. “O Banco Central do Brasil foi o primeiro do mundo a fazer um grande movimento de liberação de compulsórios já na primeira semana de março, antecipando que teríamos um problema mais prolongado”, disse.

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Economia & Mercado

Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

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O Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas até 2025 para atender necessidades projetadas pelas indústrias, de forma a repor inativos, atualizar funcionários ou preencher as novas vagas programadas para o setor. É o que prevê o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, divulgado hoje (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Deste total, dois milhões precisarão de qualificação visando formação inicial para a reposição de inativos ou para o preenchimento de novas vagas. Os 7,6 milhões restantes serão via formação continuada para trabalhadores que precisam se atualizar para exercer funções.

Segundo a CNI, “isso significa que 79% da necessidade de formação nos próximos quatro anos serão em aperfeiçoamento”.

Cadeia produtiva

De acordo com a entidade, essas projeções têm por base a necessidade de uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva que tanto influenciam – e transformam – o mercado de trabalho. Assim sendo, acrescenta a CNI, cada vez mais o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação.

O levantamento hoje divulgado, feito pelo Observatório Nacional da Indústria, tem por finalidade identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

Leia mais:  Indústria: Tecnologias e mudanças na cadeia produtiva exigem qualificação de 9,6 milhões

As áreas com maior demanda por formação são transversais (que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em segurança do trabalho, técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento e profissionais da metrologia, por exemplo), metal mecânica, construção, logística e transporte, e alimentos e bebidas.

(Agência Brasil)

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