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Pesquisa revela que quase 20% dos brasileiros têm conta em banco digital

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Agibank, BB Digital, Banco Bari, Banco Inter, Banco Original, C6 Bank, Conte Corrente Online Money Ex, Neon, Next, Nubank, PagSeguro, Sofisa Direto, SuperDigital, e outros tantos… Quase um quinto da população brasileira tem sua conta financeira principal em um banco digital.

É o que aponta pesquisa encomendada pela Fiserv – empresa que atua no processamento de transações com cartões – e realizada pela Toluna Insights.

O número é expressivo – cerca de 40 milhões de pessoas. Dados da pesquisa também mostraram que os bancos virtuais são mais populares entre os consumidores de 18 a 34 anos, concentrando 21% dos respondentes nessa faixa etária. “A popularidade dos bancos virtuais ressalta a mudança nas preferências do consumidor e uma afinidade crescente pelas interações financeiras digitais em geral”, avaliou a Fiserv.

Da abertura da conta bancária ao esclarecimento de dúvidas, todas as necessidades dos clientes podem ser resolvidas pelo computador ou aplicativos.

Independente de ser um banco virtual ou físico, 43% dos 600 entrevistados optam por interagir com a instituição via aplicativos de mobile banking e 25% por meio do internet banking.

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“O consumidor espera cada vez mais por experiências modernas e intuitivas, não importando qual banco ele escolha para ter sua conta principal”, disse René Salazar, vice-presidente de soluções bancárias da Fiserv para a América Latina.

Conceito

Os bancos digitais estão crescendo e ganhando cada vez mais clientes no Brasil. Eles vieram para suprir com tecnologia e eficiência um mercado que sofria com a burocracia nos grandes bancos. Por isso, eles estão mudando a forma como muitos cuidam de suas finanças pessoais.

Um banco digital é uma instituição que não oferece atendimento presencial. Também são chamados de bancos virtuais ou bancos 100% online.

Da abertura da conta bancária ao esclarecimento de dúvidas, todas as necessidades dos clientes podem ser resolvidas pelo computador ou aplicativos. Sem fila, sem burocracia e sem precisar sair de casa.

São novas propostas – algumas ainda em consolidação – que estão em busca de resolver problemas como tarifas elevadas, falta de transparência, conflito de interesses, entre outros.

O objetivo é ter mais agilidade no atendimento e, assim, atingir um número maior de consumidores. Os principais serviços que um banco digital oferece são: conta corrente digital sem tarifa; cartão de crédito, em muitos casos sem anuidade; investimentos; seguros; consórcios e empréstimos.

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Sapezal, CNP, Diamantino e Tangará estão entre os municípios que mais exportaram em 2025

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Mato Grosso encerrou 2025 como o 4º maior exportador do Brasil, impulsionado pelo desempenho recorde do agronegócio e a ascensão de polos regionais.

O dinamismo do comércio exterior em Mato Grosso ganhou novos protagonistas em 2025. Dados consolidados do sistema Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), revelam que quatro municípios da região de Tangará da Serra e do Chapadão dos Parecis se consolidaram entre os maiores exportadores do estado.

Sapezal, Campo Novo do Parecis, Diamantino e Tangará da Serra movimentaram, juntos, um montante de US$ 3,893 bilhões. O desempenho reflete a força da produção de soja, milho e algodão na região Sudoeste, que segue ampliando sua participação no mercado global.

Sapezal, maior exportador da região do Chapadão dos Parecis.

Desempenho Regional e Ranking Estadual: (Veja tabela ao final do texto)

No cenário estadual, embora Sorriso, Rondonópolis e Sinop mantenham a liderança, as cidades do eixo Sudoeste/Parecis garantiram posições de destaque no “Top 15”:

  • Sapezal: 4º lugar
  • Campo Novo do Parecis: 7º lugar
  • Diamantino: 9º lugar
  • Tangará da Serra: 13º lugar
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Projeção Nacional

A pujança mato-grossense não se restringe às fronteiras estaduais. No ranking nacional, Mato Grosso emplacou 12 municípios entre os 100 maiores exportadores do Brasil.

Carro-chefe da pauta exportadora continua sendo o complexo soja, o algodão e o milho, somados à proteína bovina.

Sorriso lidera a comitiva do estado na 19ª posição nacional, seguido por Rondonópolis (24º) e Sinop (38º). O grupo dos 100 maiores do país ainda conta com Matupá, Nova Mutum, Querência, Campo Verde, Canarana e Primavera do Leste, além do quarteto formado por Sapezal, Campo Novo, Diamantino e Tangará. Cada uma dessas cidades registrou embarques que variaram entre US$ 800 milhões e US$ 2,6 bilhões.

Mato Grosso no Cenário Global

Com um volume total de US$ 27,4 bilhões em vendas externas, Mato Grosso consolidou sua posição como a quarta maior força exportadora do país, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O “carro-chefe” da pauta exportadora continua sendo o complexo soja, o algodão e o milho, somados à proteína bovina. No destino das mercadorias, a China permanece como o principal parceiro comercial: o país asiático absorveu 41% de tudo o que Mato Grosso produziu para o exterior, totalizando mais de US$ 11 bilhões em compras.

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