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Saúde Pública

Município avalia hoje quadro da pandemia e decide sobre comércio e quarentena

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O Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus se reúne nesta segunda-feira (06) para avaliar a situação atual do município em relação à pandemia do coronavírus. A reunião deverá acontecer a partir das 13hs.

Segundo o prefeito Fábio Junqueira, que está à frente do órgão transitório, além da análise dos números da pandemia, haverá deliberações acerca das ações desenvolvidas até o momento e as ações para os próximos dias.

Também serão reavaliadas medidas como como as barreiras sanitárias, o toque de recolher, uso de equipamentos e os insumos necessários à crise, equipe técnica e realização de exames rápidos, bem como a forma de isolamento social (vertical ou horizontal). Outra pauta é a possibilidade de flexibilização de horários do comércio.

As deliberações serão anunciadas pelo chefe do Executivo logo após a reunião.

Atribuição do município

Um dos assuntos em pauta na reunião do comitê está relacionado ao decreto 432/2020, do Governo do Estado, que teve suspensos os efeitos dos artigos 6º e 7º do decreto 432/2020 em decisão do Tribunal de Justiça, através do desembargador Orlando de Almeida Perri, em ação direta de inconstitucionalidade pleiteada pela Procuradoria Geral de Justiça do Estado.

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Pelos dois artigos, o governo define as condições restritivas para casos de transmissões local e comunitária dos municípios, a partir das quais são determinadas as medidas de quarentena e isolamento. No entendimento PGE, os dois artigos ferem norma da Constituição Estadual (no caso dos artigos 3º, incisos I e II; artigo 10, artigo 11) e a Constituição Federal, no caso dos artigos 24, XII, § 2º, e artigo 196.

A partir de agora, pela liminar concedida, fica sob responsabilidade do município determinar as medidas de prevenção e monitoramento, conforme o entendimento do poder público local.

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Cidades & Geral

Campanha: No dia ‘D’, crianças são incentivadas a receberem as doses contra pólio e multivacinação

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite para crianças de até 5 anos recebeu um reforço neste sábado (24.10), através de uma ação do movimento rotário, em Tangará da Serra.

Rotary Clube Tangará da Serra, Rotary Clube Cidade Alta, Rotary Clube Tangará da Serra Centro, Associação de Senhoras Rotarianas, Rotaract e Águas do Sepotuba reuniram seus membros para uma campanha de incentivo e mobilização à vacinação. As ações foram realizadas junto às Unidades de Saúde da Família (USFs) localizadas em nove regiões estratégicas da cidade: Clínica da Família (Centro), Alto da Boa Vista, Cohab/Tarumã, Santa Isabel, Morada do Sol, Jardim Presidente, Vila Esmeralda, Parque Figueira, e Vila Nazaré.

Pelas ruas da cidade, um veículo fazia ação volante com a presença do personagem “Zé Gotinho”, incentivando pais e crianças a irem aos postos de saúde.

(Assista, ao final do texto, vídeo com o rotariano Cledson Bianchini, um dos coordenadores da ação)

Nas USFs, os rotarianos animavam e incentivavam os pequenos a receberem as vacinas. Na Cohab/Tarumã, o pequeno Miguel, de quatro anos, aguardava as doses ao lado de sua mãe.

Miguel aceitou as gotinhas sem problemas, mas chorou em protesto com as doses injetáveis da multivacinação, destinadas a imunizar contra febre amarela, varicela, difteria, tétano e coqueluche.

As vacinas renderam ao garotinho afagos da mãe e das agentes de saúde da USF, além de um pirulito entregue pelos rotarianos.

Em compensação, as aplicações renderam ao garotinho afagos da mãe e das agentes de saúde da USF, além de um pirulito entregue pelos rotarianos. “Pega, ó… Isso é só pra quem é forte como você, Miguel”, disse um dos rotarianos, ao entregar a guloseima à criança. Foi o bastante para Miguel trocar o “beicinho” da indignação por um agradável sorriso. “Deixa eu ver…”, disse em seguida, apontando para a câmera fotográfica do Enfoque Business. Ele queria ver as fotos tiradas pela reportagem, que atendeu ao pedido do menino.

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Campanha

A campanha teve início em 05 de outubro, em todo o Brasil, e vai até o dia 30 de outubro em postos de saúde de todo o país.

Os órgãos de saúde alertam que a população deve procurar o serviço mesmo com a pandemia de covid-19, pois a vacina é de extrema importância para manter as crianças imunes à doença.

Junto à campanha da polio, teve início campanha nacional de multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados ou com esquemas incompletos de qualquer vacina, devem comparecer às unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.

No público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A meta é imunizar 95% desse público.

Doença

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos e, em casos graves, pode levar a paralisias musculares, em geral nos membros inferiores, ou até mesmo à morte. A vacinação é a única forma de prevenção.

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A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes.

Não existe tratamento específico para a poliomielite, todas as pessoas contaminadas devem ser hospitalizadas, recebendo tratamento dos sintomas de acordo com o quadro clínico. Entre os sintomas mais frequentes estão febre, dor de cabeça e no corpo, vômitos, espasmos e rigidez na nuca. Na forma paralítica ocorre a súbita deficiência motora, acompanhada de febre, flacidez e assimetria muscular e persistência de paralisia residual (sequela) após 60 dias do início da doença.

Ação rotária

Em 29 de setembro de 1979, voluntários deram as gotas da vacina oral antipólio a crianças em um posto de saúde em Guadalupe Viejo. O evento aconteceu na região metropolitana de Manila e contou com a participação de rotarianos e representantes do Ministério da Saúde das Filipinas.

Quando James Bomar Jr., então presidente do RI, pingou as primeiras gotas da vacina na boca de uma criança, ele lançou a iniciativa de vacinação contra a poliomielite nas Filipinas. Foi assim que começou o primeiro projeto financiado com Subsídio 3-H.

O sucesso do projeto levou o Rotary a tornar a erradicação da pólio uma prioridade. O Rotary lançou a campanha Pólio Plus em 1985 e foi membro fundador da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio em 1988. Graças à dedicação e trabalho do Rotary e dos nossos parceiros, mais de 2,5 bilhões de crianças receberam a vacina oral contra a pólio.

(Assista, a seguir, vídeo com entrevista)

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