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Saúde Pública

MT registra oito novas mortes por coronavírus; Tangará da Serra tem 131 casos confirmados

Publicado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu, na manhã desta terça-feira (02.06), a notificação de mais oito mortes por Covid-19 em Mato Grosso. No total, já são 75 óbitos no Estado.

Três mortes foram notificadas pelo município de Várzea Grande e duas pelo município de Cuiabá. Os demais óbitos envolvem residentes de Confresa, Rondonópolis e Tangará da Serra.

De acordo com os Boletins da SES, as outras mortes causadas em decorrência da Covid-19 em Mato Grosso envolveram pessoas dos municípios de Lucas do Rio Verde, Cáceres, Aripuanã, Rondonópolis, Cuiabá, Barra do Garças, Mirassol D’ Oeste, Sinop, Rio de Janeiro, Nova Mutum, Várzea Grande, Vale de São Domingos, Querência, Ponte Branca, Chapada dos Guimarães, Andradina (SP), Alto Boa Vista, São Pedro da Cipa, Juína e Curvelândia, Cotriguaçu, Pontes e Lacerda, Juara, Alta Floresta, Alto Araguaia, Jauru, Jangada e Acorizal.

Tangará da Serra

Após a confirmação do primeiro óbito relacionado à Covid-19, o Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus em Tangará da Serra divulgou na tarde desta terça-feira boletim com atualização dos dados da pandemia no município.

(Veja quadro completo abaixo)

Ao todo, são 131 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no município desde o início da pandemia no país, na segunda quinzena de fevereiro. Dos pacientes acometidos pela doença (incluindo o óbito registrado), 75 evoluíram para cura clínica, enquanto 48 estão em isolamento domiciliar. Há, ainda, sete pacientes internados, sendo cinco em enfermaria pública, um em UTI de hospital particular e um em UTI pública.

Outros dois pacientes estão internados, aguardando resultado de exames.

As transmissões se deram, em sua maioria, na modalidade loca, com 75 casos. Outros 37 pacientes com traíram a doença por transmissão comunitária e 19 por transmissão importada.

 

 

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Saúde Pública

Com URA desativada, atendimentos Covid serão nas USFs; Pacientes de UTI serão removidos

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Os pacientes com sintomas de Covid-19 em Tangará da Serra deverão procurar as unidades de saúde da família (USFs, foto topo) para atendimento, e não mais a Unidade Respiratória Ambulatorial (URA), que funcionava no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito e agora está desativada.

A medida, anunciada no início da semana pela Secretaria Municipal de Saúde, atende a portaria assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que revoga decreto que estava em vigor desde fevereiro de 2020. Assim, fica declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) motivada pela pandemia da Covid-19 no Brasil.

Com a desativação da URA, atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia.

Contudo, os serviços de atendimento de casos relacionados à Covid-19 não deixarão de ocorrer. “A partir de agora os atendimentos passam a ser descentralizados, com os casos leves atendidos nas USFs e os casos mais graves na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)”, informou à imprensa local a secretária municipal de Saúde, Gicelly Zanata.

Ainda segundo a secretária, nos casos que exigirem internação do paciente em UTI, estes serão removidos para as unidades ainda mantidas pelo Estado, na região metropolitana de Cuiabá.

A desativação das unidades exclusivas para atendimentos de casos de Covid-19 ocorre em todo o país, conforme determina a mesma portaria do Ministério da Saúde. A decisão leva em consideração, também, o número de atendimentos, que hoje é de apenas 1 a 2 casos diários, em média.

Com a desativação da URA, o atendimento no Hospital Municipal volta à normalidade de antes da pandemia. “Essa entrada do Hospital Municipal volta a ser fluxo para a entrada e saída de acompanhantes, visitas dos pacientes, marcar exames para aqueles que não estão na UPA, o eletivo”, acrescenta Gicelly Zanata.

A secretária observa, ainda, que a partir de agora outras áreas serão priorizadas. “Agora nosso foco é instalar o Centro Cirúrgico e UTI, para que nosso hospital comece a fazer cirurgias, sem precisar levar pacientes para outras cidades”, conclui.

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