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Meteorologia confirma chuva para boa parte de Mato Grosso e frente fria prolongada

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Os principais sites de meteorologia confirmam a previsão de chuva para esta segunda-feira (23) na maior parte de Mato Grosso e ação de uma frente fria com ação dupla, até a próxima quinta-feira e, depois, na próxima semana.

Em Tangará da Serra, segundo o portal da Clima Tempo, a chuva deverá ter volume a partir dos 12 milímetros, iniciando pela manhã. A instabilidade perdura até à noite, estendendo-se até amanhã, terça-feira, convertendo-se em garoa. (Veja imagem a seguir)

Este quadro (imagem abaixo) será predominante nas regiões Sul, Sudoeste e Oeste/Noroeste de Mato Grosso, envolvendo municípios como Rondonópolis, Cuiabá, Cáceres, Pontes e Lacerda, Campo Novo do Parecis e Diamantino. A área leste/nordeste do estado está fora destas previsões.

A partir desta terça, as temperaturas caem, podendo chegar à mínima de 12°C à noite e madrugada de quarta-feira. Os termômetros voltam a subir na sexta-feira, quando as mínimas deverão ficar na faixa dos 20°C e as máximas em 33 graus celsius.

Na próxima segunda (30.06) uma nova queda de temperatura está prevista, com mínima de 14°C e máxima não superando os 22°C, numa cenário com névoa ao amanhecer e sol entre nuvens ao longo do dia.

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As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Entre exigência e escassez, Tangará da Serra enfrenta dilema na contratação de serviços

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As dificuldades enfrentadas por Tangará da Serra na execução de serviços públicos e obras de infraestrutura expõem um problema que vai além de casos pontuais: a limitação do poder público em contratar empresas com capacidade operacional compatível com as demandas do município.

Durante entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (16), o prefeito Vander Masson e secretários municipais reconheceram os entraves, mas afirmaram que não são exclusivos da cidade. Segundo os gestores, trata-se de uma realidade recorrente em municípios de diferentes regiões do país, marcada pela escassez de empresas consideradas confiáveis para a execução de contratos públicos.

Na prática, o cenário se reflete em falhas na coleta de lixo, atrasos em obras e necessidade de intervenções emergenciais por parte da própria administração municipal — situações que têm impacto direto na rotina da população.

Obras na Vila Goiás/Jardim Acapulco: Empresa contratada demonstrou incapacidade técnica.

Questionados sobre o rigor nos processos licitatórios, especialmente na verificação da capacidade técnica das empresas, os gestores admitiram a existência de um impasse. De um lado, a exigência por critérios mais rigorosos poderia elevar o nível das contratações. De outro, segundo relataram, o endurecimento das regras tende a reduzir a participação de empresas nos certames, resultando em licitações esvaziadas.

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O argumento evidencia um dilema estrutural: ao flexibilizar critérios para garantir concorrência, abre-se margem para a contratação de empresas que, posteriormente, demonstram dificuldades em cumprir as obrigações assumidas. Por outro lado, ao elevar o nível de exigência, o risco é não atrair interessados suficientes, comprometendo a própria realização dos serviços.

População insatisfeita e dores de cabeça para o município: Empresa contratada tem cometido falhas frequentes.

Esse equilíbrio delicado coloca o município em posição de dependência de fornecedores que, em alguns casos, não apresentam desempenho satisfatório. A consequência tem sido a recorrência de notificações, multas contratuais e, em situações mais críticas, a necessidade de rescisão e substituição das empresas — processos que, além de burocráticos, prolongam (e até podem agravar) os problemas.

No caso das obras de infraestrutura e da coleta de lixo, já há registros de medidas administrativas em andamento, incluindo abertura de processos que podem culminar na ruptura de contratos. Ainda assim, a substituição de empresas não garante, por si só, a resolução definitiva da questão, diante do cenário descrito pelos próprios gestores.

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A realidade de Tangará da Serra evidencia os limites do modelo atual de contratação pública em municípios de porte médio, especialmente em regiões afastadas dos grandes centros, onde o número de fornecedores qualificados tende a ser menor. Nesse contexto, o desafio não se restringe à fiscalização dos contratos, mas passa também pela capacidade do mercado em atender às exigências do setor público.

Enquanto o impasse persiste, os reflexos seguem perceptíveis no cotidiano da cidade, com serviços irregulares e obras que avançam em ritmo aquém do esperado.

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