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Literatura de Mato Grosso brilhou na Bienal com a obra “Ela por Elas”, de Sueli Batista

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Das 70 coautoras envolvidas no projeto, diversas marcaram presença na tarde de autógrafos na Bienal.

A Bienal do Livro Rio 2025, realizada de 13 a 22 de junho, mais uma vez foi palco de grandes encontros e emoções literárias. Em meio à diversidade de obras apresentadas, a literatura mato-grossense brilhou com o lançamento dos volumes 1 e 2 da coletânea “Ela com Elas”, publicada pela Mágico de Oz Editora, sob a organização da jornalista e escritora Sueli Batista.

As coautoras das obras marcaram presença no terceiro dia da Bienal, numa tarde de autógrafos memorável que movimentou o espaço da Ler Editorial. A chancela internacional dos livros é da Mágico de Oz Editora, com sede em Portugal e representação no Brasil.

“Ela com Elas” é um projeto idealizado por Sueli Batista, ex-presidente e atual conselheira superior da Academia Mato-Grossense de Letras e fundadora da BPW Cuiabá (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais). A organização executiva ficou a cargo da também jornalista Mariza Bazo, presidente do Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá.

A proposta do projeto é dar visibilidade às vozes femininas, contando histórias que emocionam, inspiram e provocam reflexões. O volume 1 reúne 45 narrativas de mulheres de diferentes partes do Brasil, com apoio institucional da BPW Cuiabá, entidade que integra uma rede global presente em mais de 100 países. Já o volume 2 é dedicado a histórias de mulheres do município de Sorriso (MT), uma das cidades mais prósperas do estado.

Para Sueli Batista, o projeto vai além da publicação de livros:

“Dentre as coautoras temos muitas que nunca haviam escrito antes. Outras já participaram de obras coletivas ou lançaram seus próprios livros. O importante é que, juntas, formam um autêntico coro de vozes femininas, que ecoam amor, respeito, superação, honra e reinvenção”, declarou.

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Ela completou dizendo que a coletânea convida à reflexão sobre o papel da mulher no mundo contemporâneo:

“Embora já tenhamos avançado em muitas conquistas, ainda estamos distantes da equidade. As palavras me abraçaram”, concluiu.

Projeto que surpreendeu

A adesão ao projeto foi imediata: em apenas 24 horas, mulheres de diversas cidades confirmaram participação, incluindo representantes das BPWs de Bento Gonçalves (RS), Chapada dos Guimarães (MT), Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Sorriso (MT), Tangará da Serra (MT) e Várzea Grande (MT). Também participaram integrantes do Movimento Mulher Potência e da Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito, por meio da Soberana Ordem do Empoderamento Feminino / Ordem da Rosa JK.

Veralice Valéria já residiu em Tangará da Serra e hoje mora em Cuiabá. Ela é uma das coautoras do volume 01.

O lançamento das obras ocorreu no espaço da Ler Editorial, próximo à Praça de Autógrafos, um ambiente que favoreceu o encontro entre autoras e leitores. A presença das coautoras emocionou o público e trouxe ainda mais brilho à Bienal.

Expansão à vista

O sucesso dos volumes já lançados impulsiona a continuidade do projeto. Segundo Sueli Batista, duas novas edições estão em fase de planejamento: uma dedicada às integrantes do Conselho da Mulher Empresária da ACC Cuiabá e outra em parceria com o Clube Mulher Potência, sob o título provisório de “Elas com Elas”.

Coautoras presentes na Bienal

Das 70 coautoras envolvidas no projeto, diversas marcaram presença na tarde de autógrafos na Bienal. Representando a BPW Cuiabá, estiveram a presidente Rubia Ranzani, suas vices, e membros como Adriane Cunha, Andrea Sawamura, Cleide Lima, Marggoh de Paula, Mayara Santos, Miriã Fabrini, Neide Alves, Sandra Mendes, Tânia Matos e Zilda Castanho.

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Também estiveram presentes:

Jurema Lara, presidente da BPW Chapada dos Guimarães;

Célia Rizzante, presidente da BPW São Paulo;

Representantes da BPW Sorriso: Carla Fachin, Clessir Facin, Cristiane Copertino, Deyse Facin, Elisabete Nenemann e Rosiele Santos;

Pela BPW Várzea Grande, participaram Célia Melo (past-presidente) e Gessi Rostirolla (diretora);

Da Ordem da Rosa JK, marcaram presença Luciana Martins Rosa e Josiane Santos Dresch.

O evento foi mais do que um lançamento de livros: foi um encontro de histórias de vida, de resistência, de afeto e de empoderamento.

  • As coautoras do volume 1

Elas com Elas – Histórias de Mulheres Que Inspiram

Adriane Cunha, Aifa Naomi, Andrea Barbosa, Andrea Sawamura, Camila Ribeiro, Célia Melo, Célia Rizzante, Cláudia Magnanimu, Cleide Lima Franco, Dalva Costa, Divanize Carbonieri, Elisangela C. Siqueira de Melo, Elisangela Dalmolin do Amaral, Eusimara Ribeiro Silva Picolo, Gessi Carmen Rostirolla, Glorita Cajaty Miguel de Carvalho, Idê Guimarães, Janeiva Rondon,  Josiane Santos Dresch, Juranildes Araújo, Jurema de Lara Pinto, Karin Milani Zottis, Kátia Arruda, Luciana Martins Rosa, Luciana Vieira, Luzimar Collares, Mareli Grando, Margareth de Paula, Mayara Santos, Michelle Campos, Miria Fabrini, Miriam Lee, Natasha Slhessarenko, Neide Alves, Pamera Lima, Randala Lopes, Rubia Ranzani, Sandra Mendes, Tania Matos, Tania Zompero, Tatiane Barbieri, Terezinha Sandoval Zompero, Veralice Valéria, Zilda Castanho, Zilda Zompero.

  • As coautoras do volume 2

Mulheres de Sorriso Que Inspiram

Carla Fachin, Chirlany Ribeiro, Clessir Fachin, Cristiane Copertino, Débora Carvalho, Deyse Facin, Elaine Aquarius, Elisabete Nenemann, Erenice Franco, Eusimara Picolo, Iracy Barreto, Issa Dilly, Josi Potrich, Juliana Rossato, Marilene de Godoi, Melina Pretto, Michele Veiga, Rosiane Martin, Rosiele Santos, Salete Trevisol, Simone Gauze, Sonia Spenassatto, Stella Bonatto, Teka Felix, Thays Lara.

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Uso de bicicletas elétricas e despreparo de condutores acendem alerta no trânsito

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O crescimento do uso de bicicletas elétricas nas cidades tem levantado preocupações entre os poderes e autoridades de segurança pública de Tangará da Serra. A ausência de regulamentação específica e o comportamento de parte dos condutores representam riscos de acidentes, tanto para quem utiliza esse tipo de veículo quanto para outros usuários das vias.

Entre as principais irregularidades observadas estão a condução por pessoas sem qualquer tipo de habilitação ou preparo técnico, o desrespeito às normas de trânsito — como circulação na contramão, avanço de sinal vermelho e uso indevido de faixas de pedestres —, além da falta de equipamentos de segurança. Também há registros de transporte de crianças sem proteção adequada.

Diante desse cenário, especialistas defendem a criação de legislações municipais que estabeleçam regras claras para a circulação de bicicletas elétricas, incluindo exigências de segurança e critérios de uso, como forma de reduzir acidentes e organizar o trânsito da cidade.

Fatalidade recente

Um caso recente em Tangará da Serra reforça o alerta. Uma jovem de 21 anos morreu na tarde de quarta-feira (29) em decorrência de um acidente envolvendo uma motocicleta de alta cilindrada e uma bicicleta elétrica, na avenida Ismael José do Nascimento, uma das mais movimentadas da cidade.

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A vítima seguia pela via quando houve uma colisão traseira com a bicicleta elétrica, que trafegava no mesmo sentido. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento do acidente.

Acidente envolvendo bicicleta elétrica resultou em acidente fatal na última quarta-feira, 29. (Foto: Reprodução Serra FM, redes sociais)

Com o impacto, a jovem foi arremessada contra um poste. Ela chegou a ser socorrida, mas veio a óbito pouco após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A condutora da bicicleta elétrica também caiu e foi encaminhada com ferimentos ao hospital pelo Corpo de Bombeiros.

Alerta

O caso recente do acidente com vítima fatal evidencia a necessidade de maior atenção ao uso de bicicletas elétricas e reforça o debate sobre a regulamentação e a conscientização no trânsito, em um contexto de rápida expansão desse meio de transporte nas cidades.

Para o comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar de Tangará da Serra, Tenente Coronel PM Eduardo Henrique Lana, é urgente a necessidade de regulamentação por parte do município, a fim de possibilitar que as forças de segurança realizem a devida fiscalização desses veículos e de seus condutores, bem como responsabilizem aqueles que estiverem em desconformidade com a legislação.

“Qualquer veículo, quando utilizado de forma inadequada, pode se tornar uma arma nas mãos de quem não possui a devida perícia”, observa o comandante.

Ausência de regulamentação e comportamento dos condutores representam riscos de acidentes, tanto para quem utiliza esse tipo de veículo quanto para outros usuários das vias.

O oficial destaca, ainda, que outro ponto que chama atenção é a conduta de alguns pais ou responsáveis, que estão disponibilizando esses veículos a menores de idade. “Não raramente, observa-se até mesmo crianças conduzindo motocicletas elétricas, sem o uso de equipamentos obrigatórios e, principalmente, sem qualquer preparo ou conhecimento para tal prática”, pontua.

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Regulamentação

A Resolução 996/2023 do CONTRAN (atualizada em 2026) regulamenta o uso de bicicletas elétricas no Brasil. Esses equipamentos são dotados de sistema de pedal assistido (o motor só funciona quando se pedala). Se forem enquadrados em até 1.000W e velocidade não superior a 32 km/h, não precisam de emplacamento e não há exigência de carteira nacional de habilitação para seus condutores.

Devem circular em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Já nas vias de trânsito, devem circular no mesmo sentido dos carros, de preferência no canto. O descumprimento das regras, especialmente a condução de ciclomotores (que parecem bicicletas) sem CNH e placa, pode resultar em apreensão do veículo e multas.

Segundo informações apuradas pela redação, o Executivo Municipal já teria uma proposta para regulamentar o uso de bicicletas elétricas no trânsito de Tangará da Serra. A matéria, se de fato tiver prosseguimento, terá de passar pela Câmara de Vereadores.

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