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Infraestrutura & Logística

Infraestrutura é pauta prioritária para o desenvolvimento do país em 2020

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A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento da Infraestrutura, vem atuando com o objetivo de proporcionar desenvolvimento econômico e social, com participação privada, no setor de infraestrutura do país. Entre elas se destacam o lançamento do “Caderno 1: Estratégia de Avanço na Infraestrutura” – primeiro exemplar da série Pró-Infra, que reúne a agenda de ações de logística, energia, saneamento básico, mobilidade urbana, telecomunicações e habitação popular.

Para o secretário especial da Sepec, Carlos Da Costa, os três grandes eixos da agenda de 2020 que irão potencializar a competitividade das empresas e gerar postos de trabalho serão a redução da participação do governo em projetos de infraestrutura, o desenho de mercados setoriais que permitam o irrestrito investimento privado e o planejamento de longo prazo claro, estável e intersetorial.

Costa: “O objetivo das nossas ações é orientar os investimentos em infraestrutura no país, a fim de gerar aumento da produtividade e potencializar a competitividade das empresas nacionais”.

“O objetivo das nossas ações é orientar os investimentos em infraestrutura no país, a fim de gerar aumento da produtividade e potencializar a competitividade das empresas nacionais, criando empregos. E o investimento privado vai fazer a alocação correta dos recursos”, enfatiza.

Para estimular a produtividade urbana, o secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura da Sepec, Diogo Mac Cord, cita a importância de testar a utilização de terrenos públicos para fazer grandes empreendimentos de uso misto, com habitação social, mas oferecendo para o empreendedor a possibilidade de construir shoppings, estacionamentos e outros tipos de moradia. “Novas diretrizes poderão atrair mais de R$ 500 bilhões em investimentos privados e criar até 700 mil empregos no país”, concluiu.

(Fonte: Ministério da Economia)

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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