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Infraestrutura & Logística

Importação: Com mudanças que começam em outubro, empresas investem em tecnologias

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São Paulo, setembro de 2024 – Parte das operações de importação atualmente realizadas pelo sistema Siscomex LI/DI passarão a ser feitas por meio da Duimp (Declaração Única de Importação), a partir de primeiro de outubro. A nova declaração integra o programa Portal Único de Comércio Exterior do Governo e Receita Federal, que começa a ser implementado em fases, em substituição ao Siscomex LI/DI.  Diante do novo processo de importação de produtos, empresas como a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, já investem em tecnologias que se integrem à nova plataforma do governo.

Para garantir a agilidade demandada por essas operações e com foco na integração de diversos modais, a Asia Shipping adquiriu recentemente a aquisição da startup Dati, passando a oferecer uma plataforma em nuvem e baseada em inteligência artificial (IA). A solução automatiza toda a rotina de importação e realiza de forma autônoma quase 87% das rotinas dessa frente de negócios, desde o acompanhamento do pedido até a entrega da carga, possibilitando ao importador e exportador a visibilidade da sua operação em uma única tela.

Processo de migração

De acordo com Rafael Dantas, diretor comercial da Asia Shipping, sistemas como o Siscomex, que está em vigor desde 1993, passaram por poucas atualizações nos últimos anos, o que estimulou a busca por plataformas paralelas, que pudessem otimizar as rotinas e fluxos de trabalho. “Sem dúvida, a nova plataforma federal é um caminho alinhado às tendências mundiais em termos de fluxo de mercadorias, capaz de tornar o Brasil mais competitivo e atrativo para captar novos investimentos externos”, avalia Dantas.

A Asia Shipping atua na importação e exportação, fazendo a ponte entre fornecedores, armadores (donos de navios de carga), portos e transportadoras.

A primeira etapa do programa do Governo Federal, que começa em outubro, prevê a migração somente das operações de importações marítimas para consumo sob regimes aduaneiros especiais e não sujeitas a licenciamento. Além disso, contará com a atualização do trânsito aduaneiro para liberação de mercadorias em zonas secundárias. O cronograma de migração total para o novo sistema está previsto para o final de 2025, segundo o governo, quando acontecerá o desligamento completo do Siscomex LI/DI.

Procura por novas tecnologias

O executivo da Asia Shipping já percebe um maior interesse dos clientes na solução de IA oferecida pela companhia, ainda mais com o início dessa migração. “Com essa mudança para Duimp, existirá todo um formato diferente, onde as informações serão repassadas com antecedência para a Receita Federal. E nesse sentido, por meio da integração com a nossa plataforma, teremos uma jornada ainda mais automatizada e amigável, com uma avançada inteligência de dados capaz de fornecer insights valiosos durante as operações de comércio exterior”, explica Dantas.

Além da automatização das rotinas de importação e flexibilidade de integração com outros sistemas, como é o caso do novo Portal Único de Comércio Exterior, a solução da Asia Shipping permite o monitoramento dos processos em tempo real e fornece relatórios personalizáveis, adaptados às necessidades de cada negócio e que auxiliam na tomada de decisões estratégicas. “Com a nova plataforma federal aliada a soluções como a Dati, as integrações e validações serão muito mais rápidas, além de termos um canal único para a padronização dos processos de importação e exportação”, conclui o executivo.

Sobre a Asia Shipping

A Asia Shipping é uma empresa de logística global, especializada em encontrar as rotas mais inteligentes para seus clientes e transportar mercadorias entre continentes. A empresa está em 12 países, com 41 escritórios pelo mundo, sendo dez no Brasil, e mais de mil colaboradores. A Asia Shipping atua na importação e exportação, fazendo a ponte entre fornecedores, armadores (donos de navios de carga), portos e transportadoras. É o que se chama freight forwarder, um intermediário do negócio de fretes.  É considerada a maior companhia da América Latina nesta categoria e a 30ª no mundo.

(Assessoria)

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Infraestrutura & Logística

Aeroporto de Tangará da Serra integra pacote ligado à concessão do aeroporto de Brasília

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O leilão que definirá a gestão do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá reflexo direto em Tangará da Serra. A empresa vencedora da concessão do terminal da capital federal deverá assumir também a gestão de dez aeroportos regionais de pequeno porte, três deles em Mato Grosso.

A medida é uma estratégia do governo federal, usando um grande aeroporto rentável como “âncora” para viabilizar investimentos em aeroportos menores, dentro da mesma concessão.

Entre os terminais incluídos no pacote do leilão em Brasília está o aeroporto regional de Tangará da Serra. Também integram a lista os aeroportos de Juína e de Cáceres, igualmente em território mato-grossense.

Além desses, estão previstos aeroportos regionais em Mato Grosso do Sul — Bonito, Dourados e Três Lagoas —, dois em Goiás — São Miguel do Araguaia e Alto Paraíso —, além de Ponta Grossa, no Paraná, e Barreiras, na Bahia. Todos os terminais passaram por inspeção prévia da atual concessionária do aeroporto de Brasília, a Inframérica.

Os investimentos estimados somam cerca de R$ 500 milhões para adequar os aeroportos às operações de aeronaves e ao atendimento de passageiros.

Benefícios

Para uma cidade polo como Tangará da Serra, um aeroporto regional não é apenas uma obra de transporte. Ele funciona como infraestrutura estratégica de integração econômica, reduzindo distâncias e ampliando a capacidade de atração de negócios, fortalecendo o papel de polo regional de Tangará da Serra.

A região é fortemente baseada no agronegócio. Nesse contexto, um aeroporto regional facilita deslocamento de técnicos e executivos de empresas do setor, facilita a chegada de investidores e compradores, além de proporcionar operações corporativas rápidas.

Modelo

A gestão do Aeroporto Internacional de Brasília deverá ir a leilão no segundo semestre deste ano, após a atual concessionária, Inframérica, registrar prejuízos acumulados ao longo de anos de operação.

Os valores mínimos da concessão ainda não foram divulgados. O processo, no entanto, deverá seguir modelo semelhante ao adotado na relicitação do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, que estabeleceu pagamento inicial de R$ 982 milhões pela outorga, além de repasse de 20% do faturamento anual e cumprimento de cronograma de investimentos em melhorias estruturais.

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