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Economia & Mercado

FCDL/MT busca apoio político para a Agenda Prioritária do Comércio e Serviços

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No final de junho, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL/MT) participou, através de seus representantes, de reunião (foto acima) com o deputado federal Coronel Assis e com o senador Jaime Campos para tratar de pautas estratégicas que compõem a Agenda Prioritária da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços.

A iniciativa visa fortalecer o diálogo entre a classe empresarial e o Congresso Nacional, especialmente em temas que impactam diretamente o comércio varejista, a geração de empregos e o ambiente de negócios em Mato Grosso e no Brasil.

Durante os encontros, os representantes da FCDL/MT destacaram pontos sensíveis da Agenda Prioritária, como a desoneração da folha de pagamento, a modernização do sistema tributário, medidas de estímulo à formalização de empresas, entre outros temas de relevância nacional. “É fundamental que tenhamos o apoio dos nossos representantes em Brasília para garantir um ambiente mais justo e competitivo para os empreendedores. A agenda da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços reúne pautas que são urgentes para o setor”, destacou o presidente da FCDL/MT, David Pintor.

Tanto o deputado Coronel Assis quanto o senador Jaime Campos se mostraram sensíveis às demandas apresentadas, reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor produtivo e a retomada do crescimento econômico.

A FCDL/MT prioriza articulações institucionais e defende, em todas as esferas, políticas públicas que valorizem o comércio e os serviços como motores da economia estadual.

(Assessoria de Imprensa – FCDL/MT)

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Ritual que vale milhões: MT amplia venda de carne bovina halal para países muçulmanos

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Para conquistar novos mercados e ampliar sua presença no comércio internacional, frigoríficos de Mato Grosso têm intensificado os investimentos no abate halal de carne bovina, método exigido por países muçulmanos para a importação da proteína. No Brasil, 145 plantas frigoríficas possuem certificação halal, sendo 32 no estado, segundo a Fambras Halal, a maior certificadora de produtos halal da América Latina.

Halal significa permitido e, para que o processo seja certificado, é necessário seguir uma série de critérios rigorosos. Primeiro os bovinos vivos são inspecionados para garantir que estão saudáveis e o manejo é realizado de forma calma para não estressar o animal.

Depois, um profissional muçulmano treinado e certificado realiza o ritual do Zabihah, que é o abate halal, o degolador abate o animal com um corte único, profundo e rápido na região do pescoço, sendo feita a invocação do nome de Allah nesse processo. Outro procedimento é suspender a carcaça para que o sangue escoe completamente por gravidade.

Cada carcaça é então identificada, rastreada e recebe o selo halal. A carne certificada fica armazenada em local separado, para não haver nenhum tipo de contaminação cruzada e garantir a integridade do produto conforme as normas religiosas.

Em Mato Grosso, os 29 frigoríficos certificados para abate halal estão distribuídos em 22 municípios, entre eles Várzea Grande, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop, Água Boa, Alta Floresta, Diamantino, Confresa, Juruena, Juara e Colíder.

Entre os principais destinos da carne bovina mato-grossense que exigem o abate halal estão mercados estratégicos como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Indonésia, Malásia, Singapura, Egito, Argélia e Turquia. O consumo mais comum da proteína bovina nesses países é feito de forma grelhada, cozida ou ensopada.

Para Mato Grosso, que detém o maior rebanho bovino do Brasil, ampliar espaço no mercado muçulmano representa grandes oportunidades de negócio. Isso porque a certificação halal agrega valor ao produto, amplia o acesso a mercados premium e fortalece a competitividade da carne mato-grossense no cenário global.

“O mercado halal é estratégico e vem crescendo de forma consistente. Mato Grosso tem trabalhado para ampliar sua presença nesses países, garantindo não só volume, mas qualidade e conformidade com as exigências internacionais. Isso abre portas e aumenta a rentabilidade de toda a cadeia produtiva”, destaca o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

(Thalyta Amaral – Assessoria)

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