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FCDL/MT busca apoio político para a Agenda Prioritária do Comércio e Serviços

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No final de junho, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL/MT) participou, através de seus representantes, de reunião (foto acima) com o deputado federal Coronel Assis e com o senador Jaime Campos para tratar de pautas estratégicas que compõem a Agenda Prioritária da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços.

A iniciativa visa fortalecer o diálogo entre a classe empresarial e o Congresso Nacional, especialmente em temas que impactam diretamente o comércio varejista, a geração de empregos e o ambiente de negócios em Mato Grosso e no Brasil.

Durante os encontros, os representantes da FCDL/MT destacaram pontos sensíveis da Agenda Prioritária, como a desoneração da folha de pagamento, a modernização do sistema tributário, medidas de estímulo à formalização de empresas, entre outros temas de relevância nacional. “É fundamental que tenhamos o apoio dos nossos representantes em Brasília para garantir um ambiente mais justo e competitivo para os empreendedores. A agenda da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços reúne pautas que são urgentes para o setor”, destacou o presidente da FCDL/MT, David Pintor.

Leia mais:  Guerra segue e mercado deverá reagir com forte alta nos combustíveis e lubrificantes

Tanto o deputado Coronel Assis quanto o senador Jaime Campos se mostraram sensíveis às demandas apresentadas, reforçando o compromisso com o fortalecimento do setor produtivo e a retomada do crescimento econômico.

A FCDL/MT prioriza articulações institucionais e defende, em todas as esferas, políticas públicas que valorizem o comércio e os serviços como motores da economia estadual.

(Assessoria de Imprensa – FCDL/MT)

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Guerra segue e mercado deverá reagir com forte alta nos combustíveis e lubrificantes

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A guerra no Oriente Médio segue com reflexos diretos no mercado internacional de petróleo com tendência de forte aumento nos preços dos combustíveis e lubrificantes no Brasil. Nesta quinta-feira, o barril do petróleo tipo Brent crude oil atingiu a marca de US$ 120, em meio ao aumento das tensões envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da produção mundial.

Analistas de mercado e instituições financeiras apontam que, em caso de prolongamento do conflito ou interrupção no fluxo da commodity, os preços podem subir ainda mais, elevando o custo global da energia e pressionando cadeias produtivas em diversos países.

No Brasil, os efeitos tendem a ser sentidos de forma gradual, mas inevitável. A política de preços praticada pela Petrobras acompanha as cotações internacionais, o que deve resultar em repasses ao consumidor nas próximas semanas.

Em Mato Grosso, onde a gasolina já é comercializada em torno de R$ 6,70 por litro, há o temor de que os preços ultrapassem a marca de R$ 7,00 nos postos, caso o cenário internacional se mantenha pressionado.

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O diesel, principal insumo do transporte e das atividades agrícolas, também deve registrar alta, ampliando os custos logísticos e operacionais em toda a cadeia produtiva.

Lubrificantes em alta

Além dos combustíveis, o aumento no preço do petróleo impacta diretamente os lubrificantes e outros derivados petroquímicos. Fabricantes já relatam elevação nos custos de produção, o que tende a ser repassado ao mercado.

O encarecimento desses insumos afeta desde o transporte até a manutenção de máquinas e equipamentos, ampliando o impacto econômico.

Agro sob efeito

Principal motor da economia de Mato Grosso, o agronegócio está entre os setores mais expostos à alta dos combustíveis. O aumento no preço do diesel encarece operações como plantio, colheita e transporte da produção.

O cenário se soma a um momento já desafiador para o setor, que enfrenta custos elevados e queda nos preços internacionais de commodities agrícolas.

Com margens pressionadas, produtores podem reduzir investimentos e ajustar o ritmo de produção, o que tende a refletir na economia regional.

Efeito em cadeia atingirá consumidor

O aumento nos combustíveis tem impacto direto sobre o custo do frete, o que influencia os preços de alimentos e outros produtos essenciais. A tendência é de repasse gradual ao consumidor final, contribuindo para a elevação da inflação.

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Organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional, já alertam que a continuidade do conflito pode provocar desaceleração econômica global, com efeitos sobre preços, produção e consumo.

Enquanto o cenário permanece incerto, o mercado acompanha os desdobramentos da guerra e seus impactos sobre o fornecimento de petróleo, fator determinante para a evolução dos preços nas próximas semanas.

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