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Entrada de dólares supera saída em US$ 3,7 bilhões em junho

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No acumulado de janeiro a junho, o saldo é positivo e chega a US$ 22,525 bilhões (Arquivo/Agência Brasil)

No mês passado, entraram mais dólares no país do que saíram. O saldo positivo ficou em US$ 3,710 bilhões. De acordo com dados divulgados hoje (4) pelo Banco Central (BC), foi o terceiro mês seguido de entrada líquida (descontada a saída) de dólares no país.

De janeiro a junho, o saldo positivo chegou a US$ 22,525 bilhões.

Em junho, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou positivo em US$ 890 milhões. No primeiro semestre, houve mais saída que entrada, o que levou ao saldo negativo de US$ 7,241 bilhões.

Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 2,820 bilhões, em junho, e em US$ 29,767 bilhões, no primeiro semestre.

 

Fonte: Agência Brasil

 

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FPM: Tangará da Serra pode perder cerca de R$ 2,3 milhões com nova tributação do IR

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Tangará da Serra pode deixar de receber cerca de R$ 2,3 milhões por ano em repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) caso não haja compensação pelas mudanças na tributação do Imposto de Renda. O valor coloca o município entre os mais impactados em Mato Grosso.

No cenário nacional, as prefeituras dividiram cerca de R$ 6,4 bilhões no primeiro decêndio de abril, com alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, há incerteza quanto aos próximos repasses.

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) indica que as perdas podem chegar a R$ 9,5 bilhões por ano, sendo aproximadamente R$ 4,5 bilhões diretamente no FPM.

Em Mato Grosso, cidades como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop e Sorriso devem concentrar perdas mais elevadas em valores absolutos. Já municípios como Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Nova Olímpia, Barra do Bugres e Sapezal tendem a sentir impacto proporcional relevante.

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Também entram no radar municípios como Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Cáceres e Barra do Garças, com risco de redução na capacidade de investimento e manutenção de serviços.

Especialistas apontam que a queda pode afetar áreas como saúde, educação e infraestrutura, além de provocar contingenciamentos.

O governo federal informou que pretende compensar parte das perdas com a taxação de lucros e dividendos, mas não há garantia de recomposição integral.

(Fonte: Brasil 61, com dados da Confederação Nacional de Municípios – CNM – e Tesouro Nacional)

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