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Dia das Mães: Apostando em reação, comércio atende neste sábado até às 18hs em Tangará da Serra e toda a região

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O Dia das Mães, que será comemorado no domingo (10), será o primeiro impulso para o comércio ensaiar uma reação em todo o Brasil. Em Tangará da Serra (foto acima) e região não será diferente. Afinal, a data é uma dos destaques do calendário comercial e se constitui, portanto, numa oportunidade imperdível de reação em meio ao sufoco da pandemia do novo coronavírus.

Como ocorre todos os anos, o sábado que antecede a data terá a maioria dos estabelecimentos abertos até às 18h00. Em Tangará da Serra, o horário especial foi tema de reunião entre lideranças empresarias e o Executivo Municipal, que liberou a abertura mediante alvará para funcionamento em horário especial.

Nova Olímpia

O horário estendido no comércio também acontecerá, até às 18hs, em Campo Novo do Parecis, Barra do Bugres e Nova Olímpia. Neste último município, o grande alento é a folha de salários da grande massa de trabalhadores da Usinas Itamarati, paga esta semana. Por sinal, os salários pagos pela UISA pesam tanto no comércio de Nova Olímpia que a cidade sempre permite a abertura dos seus estabelecimentos comercias até às 18hs ao sábado imediatamente seguinte ao pagamento.

Campo Novo do Parecis

Campo Novo do Parecis e Barra do Bugres, que também possuem usinas, igualmente apostam nesse efeito para amanhã, véspera do Dia das Mães.

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No movimento esperado pelo comércio regional neste sábado, os calçados e confecções, eletroeletrônicos e linha branca, perfumaria e utilidades figuram no topo da preferência. Os alimentos não ficam para trás, pois no domingo das mães, o almoço é sempre especial. Resta saber como anda o bolso do consumidor.

Barra do Bugres

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Setor de materiais de construção sofre com queda nos estoques provocada pela pandemia

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A redução da atividade industrial e a quase paralisação da economia em razão da pandemia do novo coronavírus ainda mostra muito fortemente seus efeitos em todo o país. Desabastecimento e alta nos preços são os principais reflexos sentidos em muitos setores, como o da construção civil.

É a conta que chega em resposta às frases mais ouvidas no início da pandemia, como “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”.

Materiais em plástico e ‘PVC’, como tubos e conexões, estão entre os que mais preocupam.

Em Tangará da Serra, as lojas de materiais de construção sentem as consequências da redução da atividade industrial em seus estoques. Além disso, os estabelecimentos precisam atualizar os preços, já que o custo das mercadorias subiu, em alguns casos mais de 50%. No final das contas, o maior prejudicado sempre acaba sendo o consumidor, que precisa abrir ainda mais o bolso na hora de construir e reformar.

Os materiais que mais preocupam quanto aos estoques são o ferro, ferramentas e equipamentos, além de materiais que levam aço e cobre, como fios e cabos.

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A indústria de louças e cerâmicas – inclusive pisos – também tem dificuldades em atender pedidos, assim como forros, telhas de fibrocimento e materiais em plástico e ‘PVC’, como tubos e conexões.

Conforme já publicado pelo Enfoque Business, a falta desses materiais e seus insumos ocasiona a alta de preços, obedecendo a lei da oferta e da procura.

Segundo a Câmara Brasileira da Indústria e da Construção (CBIC), os indicadores imobiliários nacionais do quarto trimestre de 2020 mostram que o aumento dos preços do material de construção e as ameaças de desabastecimento podem prejudicar o setor, em especial os empreendimentos dos imóveis ligados aos programas habitacionais populares, voltados para famílias com renda mensal entre R$ 2.500 e R$ 4.500.

Recuperação

Segundo pesquisa Agenda 2021, da consultoria Delloite, a maioria dos executivos brasileiros apostam em uma retomada da atividade econômica em 2021. Uma parcela de 42% dos entrevistados acredita que, neste ano, a atividade econômica no Brasil voltará a ser igual ao nível pré-crise da covid-19, enquanto 18% acreditam que haverá crescimento e que a atividade econômica será superior ao nível pré-pandemia.

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No entanto, há uma parcela importante que se mostra mais pessimista. Entre os pesquisados, 37% acham que a economia não terá grande recuperação em 2021, ficando abaixo do nível de antes da crise causada pelo novo coronavírus. Apenas 3% dos entrevistados disseram esperar que a economia terá queda em relação ao fechamento de 2020.

Segundo especialistas, uma condição que deverá embasar a recuperação é a vacinação contra o novo coronavírus. Porém, a lentidão no país na distribuição dos imunizantes representa atraso na recuperação econômica projetada para este ano.

Mas, apesar do atraso, as coisas parecem se encaminhar, já que Anvisa começou a aprovar as vacinas para uso. Ontem (terça, 23), a Anvisa aprovou o registro definitivo da vacina da Pfizer/Biontech contra a Covid-19.

Conforme comunicado divulgado pela agência, foi “comprovada a segurança, qualidade e eficácia” do imunizante, “aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores”.

Vacinas de outros fabricantes, como a Coronavac e Oxford, também estão com suas aprovações encaminhadas.

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